Ester: Mais que um rosto bonito
Em 2007 estreou no cinema o filme 300 de Esparta. A turma politicamente correta detestou o filme – e não foi à toa. Nele, os militares não são covardes armados, os políticos pacifistas não são confiáveis e os vilões vêm do oriente – um “crime” na Hollywood de hoje. De qualquer forma, baseado numa famosa graphic novel, de 1998, o filme retrata a Batalha de Termópilas, ocorrida em 480 a.C. Durante três dias, cerca de 7.000 gregos, comandados por 300 espartanos e seu rei, Leônidas, lutaram contra cerca de 120 mil homens do Império Persa, liderados por Xerxes. No final, o confronto nas Termópilas foi fundamental para que a Grécia derrotasse o Império Persa, nas batalhas de Salamina e Platéias. Mesmo sobrepujados, os espartanos ajudaram a preservar a civilização grega, permitindo que ela chegasse a seu auge, no primeiro experimento de liberdade política e de pensamento da história, valores que, até hoje, dirigem o ocidente. Mas, pouco tempo antes, ocorreu outro confronto, agora no coração do Império Persa, que também determinaria os rumos da civilização ocidental.
INTRODUÇÃO
A história da rainha Ester ocorreu no Palácio de Susã, em Elão, que era uma das três capitais do império persa. Ela viveu num tempo de grande perigo, pois seu povo, os israelitas, estava no exílio, após a destruição da cidade de Jerusalém (cf. 2Rs 24.18-25.30; 2Cr 36.11.23) pela Babilônia, que logo foi substituída pela Pérsia. O seu império estendia-se da Índia à Etiópia (1.1), compreendendo a região em que hoje se situam o Irã, o Iraque, o Líbano, Israel, Jordânia, Egito, Turquia e partes da Grécia, Bálcãs, Rússia, Afeganistão e Paquistão. A ação do livro passa-se em torno de 483 a.C., no tempo da deposição da rainha Vasti, pelo rei Assuero. O nome de Deus não é mencionado: uma possibilidade pode ter a ver com o nível de assimilação da sociedade judaica que permaneceu no centro do império persa – isso enfatiza que a salvação da comunidade da aliança vem, inteiramente, de Deus. Nesse sentido, o livro de Ester lembra muito outro livro bíblico, o livro de Êxodo. O tema do cativeiro e da libertação é comum a ambos. Por outro lado, outra explicação, na verdade, implicação, para o silêncio quanto ao uso do nome de Deus, é que a linguagem do culto não precisa nem deve ser usada nas esferas políticas.
Uma breve análise do livro nos ajuda a nos situar. No capítulo 1, o palco é armado. Segundo Heródoto, o provável contexto é uma reunião para considerar uma campanha contra a Grécia. É descrito o esplendor persa (1.1-9), o desafio de Vasti, cansada de ser usada como mulher-objeto, ao rei (1.10-12) e a vingança do rei (1.13-22). No capítulo 2, Ester é escolhida como rainha. Um concurso de beleza é planejado (2.1-4), Ester é apresentada (2.5-11) e é escolhida rainha (2.12-18). Mordecai, descendente de Saul, tio de Ester, descobre uma conspiração (2.19-23). No capítulo 3, Hamã buscou vingar-se dos judeus, porque Mordecai se recusou a se prostrar diante dele (3.2; cf. Dn 3.1-30). “Essa recusa era uma obediência silenciosa ao primeiro mandamento” (Peterson). Hamã era descendente de Agague, da tribo de Amaleque (cf. 1Samuel 15). Ele é promovido (3.1-6), sortes são lançadas para decidir o destino dos judeus (3.7-11) e um édito de extermínio é publicado (3.12-15).
Recomendo o estudo destes capítulos para que você fique por dentro do que vai acontecer, e chamo sua atenção especialmente para o capítulo 4.13-17. Depois de uma angustiada exortação de Mordecai, Ester toma a frente da situação: “Então, lhes disse Mordecai que respondessem a Ester: Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha? Então, disse Ester que respondessem a Mordecai: Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci. Então, se foi Mordecai e tudo fez segundo Ester lhe havia ordenado.”
FRENTE A UMA GRANDE ANGÚSTIA
Os adversários dos judeus, liderados pelo perverso Hamã, buscavam aniquilar o povo de Deus. Ele era um ateu prático, e buscava o poder apenas para atingir seus objetivos (3.8). Ele não suportava nenhuma oposição e se lança numa vingança completamente fora de proporção com o agravo recebido (3.2-6). Ele cria que podia controlar a história, mas os acontecimentos provaram que não, pois o livro traz nas entrelinhas a convicção de que Deus reina. A exortação de Mordecai a Ester (4.14) demonstra que ambos estavam cônscios da providência de Deus: “Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?”. Como resume o Breve Catecismo, “as obras da providência de Deus são a sua maneira muito santa, sábia e poderosa de preservar e governar todas as suas criaturas, e todas as ações delas”.
Frente a um grande problema, esta era a convicção de Mordecai: o Altíssimo, que controla todos os eventos (Sl 145.17; Sl 104.24; Hb 1.4; Mt 10.29,30; Sl 103.19; Jó 38-41) tinha levantado Ester como Seu instrumento para a salvação de Seu povo. Nestes tempos difíceis que temos vivido, quando o julgamento de Deus se manifesta sobre nossa cultura (cf. Rm 1.18-32), entendemos que Deus tem nos levantado como instrumentos de sua providência para testemunho em todas as esferas da vida, tais como na família, no trabalho, na escola, em ação social e política na igreja? E que tipo de servos temos sido? Servos confiantes na ação de Deus? Servos dependentes da sabedoria da comunidade da aliança, como Ester? Servos silenciosos e humildes como Mordecai?
O CORAÇÃO DE ESTER
A resposta de Ester (4.16) revela uma espiritualidade fervorosa, uma verdadeira confissão de fé: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei”. Ela demonstrou apreensão, mas suplicou o sustento e a comunhão de outras pessoas, testemunhando uma grande dependência de Deus, mais do que da coragem humana. Mesmo que a oração não seja mencionada, ela sempre acompanhava o jejum, pois o objetivo desta era disciplinar a experiência de oração (Ex 34.28; Dt 9.9; Jz 20.26; Ed 8.21.23). Os três dias de jejum indicam vividamente a seriedade da situação!
Nestas palavras vemos a paixão de Ester por Deus, e em como ela correspondeu à situação: Uma espiritualidade disciplinada, centrada no Deus vivo. Como temos guardado nosso coração em meio a nossa peregrinação (1Pe 1.1)? Temos valorizado o estudo e meditado na Palavra de Deus? Gastamos tempo na oração em secreto e dependemos da comunhão dos santos? Estes são os meio que Deus nos deu para termos um coração como o de Ester.
TESTEMUNHANDO PERANTE O REI
“Se eu perecer, pereci” (4.16). Se estas palavras de Ester parecem muito dramáticas, é porque não conhecemos o testemunho de servos de Deus como Atanásio (299-373) e Martinho Lutero (1483-1546). Ela entendeu que sua função pública era para glória de Deus e para benefício de Seu povo, não para proveito próprio. Lutero, certa vez, disse: “Ainda que o seu trabalho seja o de um lavador de pratos ou de um menino que cuida do estábulo, a sua vocação é divinamente indicada, tão sagrada quanto a de qualquer pastor ou oficial da igreja.” O reformador estava tão somente ilustrando a doutrina bíblica que mostra a santidade de todas as vocações legítimas, e Ester entendeu que Deus, em Sua providência, a levantou para, como rainha, que estava em um centro de decisões políticas, defender o povo eleito. Como temos glorificado a Deus com nossas vocações? Entendemos, como Ester, que é Ele quem nos chama para sermos sal e luz (cf. Mt 5.13.16) para influenciar a sociedade que vivemos, e trazer o céu para a terra?
CONCLUSÃO
A partir desse diálogo dramático, o resto é história, como se diz. Ester se apresenta diante do rei, com risco de vida (5.1-8); Ainda que Hamã faça planos para enforcar Mordecai (5.9-14), aquele é humilhado, enquanto esse é exaltado (6.1-13). Em seus sonhos de glória pessoal, Hamã revela o que ele realmente queria: aclamação e adulação públicas. Por fim, Hamã é executado (6.14-7.10), o livramento dos judeus é planejado (8.1-17) e executado (9.1-15). Inclusive “muitos… se fizeram judeus” (8.17), conversão essa que assinala o clímax da história. Quais foram os resultados da atuação de Ester, comprometida que estava com o Senhor? 1) Deus torceu a história e abençoou seu povo (9.25 e 10.2); 2) produziu-se libertação e alegria na comunidade de fé (9.19); 3) surgiu uma sociedade marcada por igualdade e justiça (9.19,22); 4) Deus exaltou seus servos fiéis (10.2); 5) Deus transformou um símbolo do mal em símbolo eterno de Sua providência, para ser festejado para sempre (9.26).
No fim, por causa da fidelidade de Ester e Mordecai, o povo da aliança foi preservado. E o que garantiu a sobrevivência dessa comunidade no estrangeiro não foi sua pureza espiritual nem sua piedade moral, mas a graça de Deus. E da salvação desse povo viria o Salvador, Cristo Jesus, que morreu e ressuscitou por causa de nossos pecados. E por meio do Salvador a igreja cristã veio a existir.
“Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.” (Ap 19.6-8)
Que Deus levante em nossos dias mais servos como Ester e Mordecai!

28 Comentários para “Ester: Mais que um rosto bonito”
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Ótimo texto, Franklin, e uma ótima reflexão. É triste ver tantos que clamam pelo Senhor não o veem como tal, mas adoram a um deus fraco e impotente diante de suas vontades e da história humana.
Mas meu contato é mais por outra postagem que aparece em minha lista mas não no seu blog: “Agostinho de Hipona e a pregação do evangelho”. O que acontece?
Em Cristo,
Roberto
Muito boa reflexão. Abraços
Renato Vargens
Caríssimo,
E não irá publicá-lo aqui? É que fiquei curioso.
Em Cristo,
Roberto
Esta mensagem foi originalmente pregada na Igreja Batista Nações Unidas, em São Paulo/SP, em 7 de setembro de 2008.
Tenho sido constantemente lembrado a respeito do valor da vocação que cada crente tem. É triste ver como essa compreensão se perdeu. São poucos os que pensam como Mordecai: “talvez seja por isso que você está nessa posição”. Hoje isso se restringe aos cargos “mais importantes”, enquanto se esquece que um lavador de pratos, como disse Lutero, está ali por algum motivo.
Que Deus nos levante pra exercer as nossas vocações de forma séria como se estivéssemos fazendo para Ele mesmo.
Abraços,
CAIO
Franklin!
Assisti o filme e fiquei impressionada com a determinaçao sangrenta, nada pacifista.
Leio o livro de Ester e observo aquele confronto no Imperio Persa que como voce disse determinaria os rumos da civilizaçao Ocidental, caiu no esquecimento, entretando quanto mais leio o livro a historia ou qualquer outro comentario sobre o assunto, observo como foi decisivo suas estrategias, baseadas apenas na coragem, determinaçao e fé. O que revela tambem sua inteligencia emocional diante de tao grande angustia, frente aquele tao terrivel problema, mas nao o suficiente para deixa-los omissos. Uma batalha que teve seu inicio no campo psicologico do perverso e desajustado Hama e que tambem foi confrontado com sabedoria e equilibrio da fragil mulher! Nao tao fragil assim, pois suas decisoes e armas usadas foi o suficiente para impedir aquela tragedia que poderia ser considerada a maior de todos os tempos de seu povo. Parabens pelo texto!
Reflexão interessante. Muitas vezes as histórias bíblicas bastante conhecidas no meio da comunidade cristã tornam-se tão comuns e “vulgares” que precisamos revisitá-las e novamente meditar nelas, pois são a Palavra de Deus.
Oi, Roberto,
O texto sobre Agostinho ficou muito grande para o formato do blog. Ele será em breve publicado na seção de artigos, junto com outros dois textos, sobre a pregação em Calvino e Perkins.
Quando forem publicados lá, vou anunciar aqui.
Abs
Franklin
Oi Franklin, é possível você me passar o seu contato de email pessoal? Eu estou com algumas dúvidas a respeito da importância da formação acadêmica para a boa exposição das escrituras, seja na pregação ou em escritos. Posso lhe informar melhor sobre o meu dilema num email futuro.
Agradecido,
CAIO
Caro Franklin,
Pregação em Agostinho, Calvino e Perkins?! Se bem que eu não conheça este último, é ainda melhor do que eu esperava! rsrsrs
Só para confirmar: o link para os artigos é http://www.editorafiel.com.br/artigos.php?
Um abraço. No amor de Cristo,
Roberto
Olá Franklin, descobro um texto na net intitulado A VERDADEIRA SAGA BATISTA, o texto não traz autor, tradutor ou qualquer outra referencia, contudo, o conteúdo histórico bate com pesquisas que tenho realizado sobre a denominação. Verifiquei que o texto foi revisado por vc. Estou escrevendo o estudo um artigo sobre a origem dos batistas no Brasil e gostaria de saber se posso usar parte deste estudo como introdução ao meu artigo (pano de fundo), citando, é claro, as devidas referencias. Deixando claro que essa parte do texto não é de minha autoria.
Em Cristo, agradeço
Marcus
Olá Franklin, Paz
Este texto fez superabundar o amor que tenho pelas Escrituras Sagradas, em especial pelo livro e história de Ester, Deus fala profundamente ao meu coração através dele. Não foi por acaso que coloquei o nome de minha filha Ester. Um grande abraço e fica com Deus.
Oi, Roberto,
Acho que em duas semanas no máximo já deve estar no ar. Estou muito enrolado por aqui, terminando a revisão do volume 4 dos Salmos, de João Calvino (com quase 700 páginas), que deve ir prá gráfica até o fim desta semana.
E o link é este mesmo; vou anunciar aqui no blog.
Abs
Franklin
Oi, Marcus,
Eu suponho que este é um texto que circulou na antiga lista cristaos_reformados, e eu revisei este texto. Na verdade, o autor do texto é o pastor Chris Traffanstedt, da Igreja Batista Reformada de Providence, Estados Unidos da América. Depois uma pessoa, parece que ligada aos batistas fundamentalistas, modificou o texto. Mas pode usar sim.
Abs
Franklin
Graça e paz Franklin!
O que você quis dizer com:”Deus TORCEU a história” o que quer dizer com torcer?
Desde já Louvo a Deus pela sabedoria que habita não só em você mas em todos os que tenho ouvido através da fiel.
em Cristo seu irmão Alexandre!
Oi, Alexandre,
Eu usei o verbo ‘torcer’ como hipérbole, para destacar a espantosa mudança ocorrida, da perspectiva humana. Quem, no começo da história, arriscaria prever o desfecho da mesma?
Abs
Franklin
Great work.
olá FranKlin, gostaria de tirar mais uma dúvida com vc.
Não entendo porque é creditado a John Smith e Thomas Helwys a origem dos batistas.
A CBB ensina isso, mas eles andam muito distantes da fé batistas aceita hoje pela CBB. Veja:
1. Eles negavam a perseverança do crente, ensinando o “cair da graça”.
2. Eles (Helwys) não entendiam que homem possui livre arbítrio (eu tb não).
3. Eles negavam o pecado original, a imputação,ensinando que as criancinhas não tem pecado
4. Ele batizavam por afusão e não por imersão.
5. Não se pode traçar uma linha contínua na história do grupo fundado por eles. Os batistas gerais desapareceram, abraçando grupos menonitas e posteriormente o Unitarismo. Somente tempos depois eles foram “revividos”.
Eles conferem com a CBB em outros pontos como a expiação geral, etc. Outros pontos que eles andam juntos, os demais batistas também andam, como a Liberdade de Consciencia, congregacionalismo e separação do estado, bem como outras doutrinas adotadas pelos batistas. Só que tais doutrinas tb eram adotadas por outros grupos: Anabatistas batizavam crentes, Congregacionais adotavam a forma de governo que lhe dá o nome, os Separatistas lutavam por uma igreja separada do estado. Como vimos, na realidade, Helwys e Smith andam longe da crença dos batistas da CBB e tb dos batistas particulares, que aliás, foi através deles os batistas (hoje CBB) chegaram no Brasil
Oi Paulo,
Eu não leciono no STBSB desde 2007. Atualmente só estou lecionando como professor convidado, como no CETEVAP, SETECEB, Seminário Teológico Servo de Cristo, etc.
Abs
Franklin
Olá,Franklin,gostaria de saber se você está ensinando no Seminário Batista do Sul no Rio de janeiro,ou em outra faculdade.Sou do ceará e gostaria de estudar lá com você..ficarei grato se você me responder!!
Abraço!
Oi, Marcus,
Sobre a história dos batistas, sugiro o livro de Israel Belo, A celebração do indivíduo, publicado por edições Vida Nova. Lá, o autor vai mostrar as origens puritanas da tradição batista, com boa documentação. O que vai na contra-mão do que está escrito no preâmbulo da Declaração Doutrinária.
Abs
Franklin
TEMOS APRECIADO O QUANTO DEUS TEM LEVANTADO MULHERES COM CAPACIDADE E CORAGEM E TEDERMINAÇÃO PARA GRNADES MOMENTOS DIFÍCEIS. INFELISMENTE TENHO VISTO O QUANTO OS HOMEMS TEM MUITAS VEZES DEIJADO A DESEJAR, COMO TAMBÉM ENVERGONHADO O EVANGELHO DE CRISTO. QUE VENHAMOS ESTA COMO MULHERES DE DEUS COMO COLUNA EM VÁRIAS CIRCUNSTÂNCIAS DE NOSSAS VIDAS, SEJA ELE NA IGREJA, FAMILIA,
Olá Franklin,
Não consigo encontrar no link anunciado por Roberto Vargas Jr. os textos referentes à pregação em Agostinho, Calvino e Perkins. Poderia confirmar se o seguinte link está correto – apesar de já o haver confirmado, ou se o artigo foi movido para outra seção do blog?
http://www.editorafiel.com.br/artigos.php
Grato!
Caro Franklin,
Seria muito bom se os políticos brasileiros que se dizem nossos irmãos em Cristo pudessem pautar suas vidas públicas no exemplo de Ester, ou seja, que tivessem a consciência de que se estão ali, ocupando seus respectivos cargos, somente estão pela permissão do próprio Deus e para que Seu glorioso nome fosse honrado pelos tais.
Abraço fraterno, em Cristo,
Alberto Cunha
Oi, Felipe,
Em breve estará no ar; acho q já na outra semana. Postarei aqui no blog uma nota sobre isso.
Abs
Franklin
Grato Franklin!
Abraço!
Olá Franklin,
Fui muito abençoada quando pesquisava um texto sobre Ester e encontrei seu blog.
Que O Senhor continue te favorecendo nesse Ministério pois, por Ele muitas vidas são enrriquecidas em Deus e na sua Palavra!
Franklin não havia lido antes este belíssimo artigo, que mostra o nosso papel na história cristã. Assim como Ester e Modercai, fomos chamados para exercer um papél inportante nos planos de Deus, cada um de nós recebemos os dons necessários para cumprir o propósitos de Deus e sermos instrumentos nas mãos de Deus proclamando o Evangelho da Salvação. Um abraço.
Pastor Edson Sobreira Alves
Igreja Batista Regular Maranáta – Crato-Ce