10ª Conferência FIEL para Pastores e Líderes em Moçambique
O texto que segue é mais um relato sobre a última conferência Fiel para pastores e líderes em Moçambique.
A Conferência Fiel em Moçambique, coordenada pelos irmãos missionários Dr. Charles Woodrow e Pr. Karl Peterson, aconteceu este ano, entre os dias 9 a 12 de Junho, e recebeu 312 pessoas – a maioria pastores de diversas igrejas e cidades; vários deles acompanhados de suas esposas e filhos. O tema da conferência foi “ A Família Cristã”, e os preletores foram Pr. Wayne Mack (EUA) e Pr. Jaime Marcelino de Jesus (Brasil).
O relato vem de nosso irmão Edvânio Silva, que é “graphic designer” e responsável pela área de áudio e vídeo da Editora Fiel. Edvânio, que é um dos líderes da Igreja Batista do Parque Industrial, em São José dos Campos, SP, pastoreada por Pr. Clodoaldo Machado, foi enviado pela Fiel à Moçambique para registrar, pela primeira vez, a conferência em vídeo. Em breve as pregações da conferência em Moçambique, em áudio e vídeo, serão disponibilizadas gratuitamente no site da Editora Fiel.
Edvânio faz um relatório bem detalhado, com informações sobre sua experiência na África, a estrutura do evento, o trabalho dos irmãos envolvidos e algumas percepções sobre as condições do país e da igreja. Os irmãos notarão que há menção sobre a música entoada pelos africanos. No fim do texto, há alguns arquivos de vídeo e áudio que os irmãos poderão executar, para que possam conhecer um pouco melhor o modo como nossos irmãos moçambicanos cantam ao Senhor.
Que Deus abençoe os irmãos,
Tiago Santos
Edvânio Silva

O relatório que segue, é um breve relato sobre minha participação na 10ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes em Moçambique, na África austral; viagem que fiz acompanhado do Rev. Jaime Marcelino. Saímos no dia 5 de junho de São Paulo às 18h30. Foi uma viagem tranquila. Chegamos em Johanesburgo no sábado, dia 6, às 7h, hora local (2h no horário de São Paulo). Seguimos para pegar o vôo para Maputo, às 9h45, com chegada às 11h10. Na chegada à capital de Moçambique, dois momentos mais tensos:
Os funcionários da alfândega pediram para abrir todas as minhas malas e eu tive de explicar, com detalhes, sobre a conferência e os equipamentos que levava comigo. Reviraram um pouco, especialmente a mala com os equipamentos. Perguntaram sobre os livros; falei que eram evangélicos. Foi quando vi um primeiro sorriso e eles ficaram com alguns exemplares de presente… O outro ponto de tensão foi a ”assessoria” dada por vários guardadores/carregadores voluntários de malas. Homens que pegam suas malas sem perguntar se você quer ou não, e vão colocando nos enormes carrinhos e levando… Rapidamente dois se aproximaram, mas como tínhamos muitas malas, “precisamos” da ajuda de mais um… Quando vimos, estávamos na saída do aeroporto com aqueles 3 homens esperando para receber o dinheiro deles. Nosso anfitrião em Moçambique, Pr. Karl Peterson,missionário que serve no país há muitos anos, ainda não havia chegado para nos recepcionar, pois havia tido um problema na fronteira da África do Sul com Moçambique (passou 4 horas lá). Ficamos preocupados, pois não sabíamos como proceder. Deus nos abençoou, pois, apesar da aparente necessidade daqueles homens, eles se mostraram pacientes, quando explicamos a situação. Um deles até nos cedeu seu aparelho celular para ligarmos para o missionário. Isto fizemos e o Karl apareceu pouco depois. Pagou os homens e colocou rapidamente as malas em sua picape. Veio com seus dois filhos mais velhos (o menino Cole, 12, e a menina Elsa, 14 anos). Fui na carroceria com eles, enquanto Pr. Jaime ia na cabine com o Karl. Ele levou-nos para uma casa de apoio chamada Koinonia, mantida por missionárias americanas. Descarregamos as malas. Fomos almoçar em um restaurante de frente para o oceano índico. Comida brasileira, música brasileira. Muitos guardadores de carros. A necessidade é bem visível… Descansamos à tarde. À noite, depois do jantar fomos visitar um casal de missionários (Marcos Augusto e Edna, com seu casal de filhinhos). Foi um contato bastante interessante. Restaura o vigor ver vidas dedicadas à seara do Senhor em terras africanas. Pr Karl estava conosco. Trouxe-nos de volta à casa Koinonia. Dormimos bem, sem a presença dos temíveis e tão falados mosquitos africanos.
No domingo, dia 7, fomos à uma igreja numa área afastada da capital. Região bastante pobre. Igreja bastante animada, com média de 80 pessoas. Muitas crianças. A música, entoada sem instrumentos, impressiona bela beleza do canto. Fomos almoçar na casa do pastor da igreja, Patrick Mulenga, africano da Zâmbia, missionário em Moçambique. Tivemos um tempo bastante abençoado.Mais uma vez, comida típica brasileira, com um detalhe apenas: o milho é servido nas espigas, comido como nas festas juninas. Muitas histórias engraçadas e muitas risadas.
Após o almoço, ficamos um pouco mais nesta casa, onde o Karl passava instruções para sua nova ajudante, uma das filhas do pastor Mulenga. A Chula é uma daquelas moças com quem a gente rapidamente se acostuma: muito feliz, um sorriso marcante e uma boa fluência em inglês, português e outros dialetos locais. Os filhos do Karl ficam nessa casa sempre que eles veem à Maputo. Voltamos no fim da tarde e, antes de chegar à nossa casa, fomos visitar o Pr. Pedro João. Foi uma visita muito interessante. Pr. Pedro sofreu um AVC recentemente e está bastante abatido, já que está com alguns movimentos paralisados, especialmente a mão. Pr Marcelino deu-lhe algumas palavras de encorajamento. Foi um belo momento…
No dia seguinte, tínhamos de seguir viagem ao local da Conferência, na cidade de Nampula (3ª. Maior cidade de de Moçambique). Apesar do nosso vôo estar marcado para as 14h, saímos da Casa Koinonia às 9h, para receber outros irmãos que vinham da África do Sul para juntar-se a nós. Pr. Wayne Mack e sua esposa, o tradutor, Pr Sérgio Massinga, Pr. Doug, o presbítero Barry (que o acompanhava), os filhos do Pr. Karl Peterson (Cole e Elsa) e a Chula. Embarcamos às 14h com destino a Nampula, fazendo uma escala no aeroporto da Beira (2ª. maior cidade do país). Chegamos às 17h45. Já era noite (costuma ficar escuro bem cedo no inverno de Nampula). Noite agradável; como foi igualmente agradável sermos recebidos pelo Dr. Charles Woodrow,médico missionário que vive em Nampula com sua grande família há mais de 17 anos. Dr. Woodrow chegou com uma Land Rover e um caminhão, muito parecido com aqueles do exército. Colocamos as malas, subimos e fomos em direção à sua casa. Fomos muitíssimo bem recebidos pela família Woodrow, que nos aguardava. Na entrada pudemos ver o início daquilo que é o sonho do Dr Charles, a construção de um hospital. Tivemos um jantar à base de comida mexicana. Grande mesa com a presença de vários outros missionários que ajudariam nos preparativos e na realização da Conferência. Grande confraternização. Cada um dos presentes falou um pouco de si mesmo, e isso serviu para termos uma idéia da profundidade daquele pequeno exemplo da grande família de Cristo. Pessoas de várias partes do mundo: África do Sul, Zâmbia, EUA, Suíça, Alemanha, Brasil… Após o jantar, trabalhamos um pouco ajudando o Karl e sua equipe a separar o material das pastas dos participantes da Conferência. Fomos conduzidos aos nossos quartos, sob as orientações do Dr. Woodrow, especialmente enfatizada pelo cuidado em não desperdiçar água, visto que o abastecimento na cidade não é constante (apenas 12 horas por dia). Chegou o fim do dia.
Na terça feira, dia 9, após o café da manhã, fomos para o local da Conferência. O trajeto de aproximadamente 20 minutos é bem difícil. Quase não há estrada e a sensação estranha de dirigir do lado direito do carro, andando pelo lado esquerdo da estrada chega a confundir um pouco. É engraçado ver os carros fugindo dos buracos, vindo para cima do nosso, tendo que desviar das pessoas que andam na beira da estrada e das várias bicicletas e motos (aquelas antigas de 50 cilindradas) com quase todos os pilotos andando sem capacete. Um quase caos ignorado pelo Kent, filho mais velho do Dr Woodrow, já totalmente acostumado com os zig-zagues do trajeto. Chegamos ao local da conferência, numa ampla propriedade da S.I.L (Sociedade Internacional de Linguística – ministério que desenvolve um bom trabalho de tradução da Bíblia e outros materiais para a África) e fomos diretamente à tenda montar os equipamentos (sim, o evento acontece numa grande tenda,visto que o local que era usado antigamente já não comporta o número de participantes). O trabalho de montagem foi rápido; fui ajudado por outros dois filhos de missionários que vivem na SIL. Graças a Deus todo o equipamento funcionou perfeitamente bem. Às 15h começou a conferência, um verdadeiro alívio depois de tantos dias. Quase todos os participantes já estavam lá e era visível o cansaço nos rostos, devido a longa e difícil viagem que a maioria teve de fazer para chegar ali. Pr. Jaime abriu os trabalhos, precedido pelo tempo devocional e de alguns cânticos. Fiquei esperando sentir a mesma sensação que tivemos naquela pequena igreja de Maputo, quando ouvimos aquele coral espontâneo, mas aqui não aconteceu… Pr. Wayne Mack falou após um intervalo de meia hora. Toda a conferência trataria do assunto “Família Cristã”. Já era noite quando os trabalhos se encerraram. Vem o jantar e voltamos após o longo dia para a boa e confortável casa da família Woodrow. O Karl e sua “equipe” ainda permaneceram lá. Como é bom ver a energia dele, e dos seus, no trabalho do Senhor. Fim de mais um dia.
Na quarta, dia 10, fomos para a SIL guiados pelo Barry (o presbítero Sul Africano que veio com o Pr. Doug), já que era o mais acostumado com “o lado errado de dirigir” também usado lá na África do Sul. Novamente os trabalhos começam pontualmente, com os irmãos responsáveis pelo louvor. Começo a perceber que realmente não iria ouvir o cântico espontâneo e vibrante dos africanos, porque aqueles irmãos estavam tentando cantar do jeito ocidental. Dois irmãos dividindo suas vozes, como uma daquelas duplas sertanejas do Brasil, dessas de raiz. Estranhei um pouco o fato de não usarem, naquela oportunidade, os bons aspectos de sua própria cultura no louvor ao Senhor. Bem, mais uma vez tudo correu muito bem. Pude fazer bons contatos com pastores e irmãos e também com algumas irmãs brasileiras, que estavam lá. Foi tudo muito estimulante. Conhecemos uma irmã brasileira que se casara com um moçambicano. Trouxe seu filhinho Isaac, de 2 anos, um lindo menino que reflete em suas feições a boa mistura das duas nações. Nesse dia aconteceu o primeiro momento de perguntas e respostas, e é aí que se tem uma noção da necessidade que esses irmãos têm de instrução. Percebe-se que há alguma dificuldade de entendimento por parte dos moçambicanos. Há que se ter cuidado ao colocar as palavras, visto que há o perigo delas serem entendidas de forma errada. Por isso, foi um momento importante. Final do dia e voltamos para a casa do Dr. Charles. O trajeto, a essa altura do longo dia (começo da noite) é bastante cansativo…
No dia seguinte, quinta-feira, os trabalhos fluem normalmente. Os que ficaram hospedados no local da conferência enfrentaram um problema de falta de água, o que, para eles, parece ser uma coisa relativamente normal. Nos contatos que tínhamos com vários outros irmãos, ficava cada vez mais clara a grande necessidade material que há entre eles. Não assusta mais os relatos particulares de suas necessidades. Alguns pastores dizem que não têm nenhum apoio financeiro e, o pouco que conseguem, vem de trabalhos extras. Alguns até trabalham, mas o salário aqui em Moçambique é muito baixo. O salário mínimo local é de 2.000 meticais (1 dólar equivale a 30 meticais, aproximadamente). Não se compra nada com 1 metical. Um pão, por exemplo, custa uns 3 meticais. A moeda é muito desvalorizada. A pobreza é visível… Antes da última sessão, tive uma oportunidade para falar do trabalho da Editora Fiel, incluindo seus ministérios, o site, etc. Exibimos uma apresentação com fotos das últimas 5 conferências e seus temas, incluindo esta de 2009. Houve um momento de homenagens aos que participaram da primeira Conferência e para aqueles que participam de todas. Surgiu um bolo decorado, com o logotipo da Fiel, que foi cortado por esses irmãos. Momento de singeleza e gratidão. No final dos trabalhos na tenda, ajudei a montar um pequeno “cinema” para aqueles que estavam hospedados no local da conferência. Colocamos o notebook e o projetor para rodar o DVD da vida de John Hus (servo de Deus que foi queimado vivo). Quando foi anunciado que haveria a projeção do filme, alguns poucos compareceram à sala. Coloquei o filme para rodar e fui jantar. Quando voltei, a sala estava lotada, com pessoas em pé. Todos atentos e reagindo a cada um dos atos do filme. Até aplaudiam quando John Hus respondia ao rei e aos sacerdotes sobre sua fé. Foi incrível!
Sexta-feira: um dia especial. Houve uma pregação pela manhã e uma no final da tarde. Um grande intervalo antes do almoço. Aproveitamos para ir à cidade. Fomos comprar algumas coisas pequenas e medicamentos para socorrer o Dr. Wayne Mack e o Barry. Os dois estavam passando mal do estômago e não conseguiram sequer ir ao local da conferência. Após o almoço, foto oficial, mais um momento de perguntas e respostas e a última pregação. Todos lá, e atentos! Isso não deveria impressionar, mas impressiona! Há, de fato, grande fome pela Palavra do Senhor por aqui. Eles receberam especialmente bem o Pr. Jaime Marcelino, que subiu ao púlpito em lágrimas. Disse depois que passou um filme na sua cabeça, e que a atmosfera do lugar, o canto de um grupo (esse sim espontâneo e natural), as palavras anteriores de agradecimento por todos os aspectos da Conferência, enfim, todas essas coisas, fizeram brotar nele um agradecimento profundo ao Senhor Deus por aquela oportunidade ímpar. E eu senti a mesma coisa… Terminamos os trabalhos cansados, mas com uma sensação de grande alívio.
No sábado, dia 13, eu e Pr. Jaime fomos convidados para uma reunião de avaliação, encabeçada por Dr. Charles Woodrow. Os problemas que aconteceram durante a semana foram discutidos e algumas sugestões anotadas. É interessante participar de uma reunião onde se fala português e inglês ao mesmo tempo, às vezes na mesma frase! Despedimos da casa dos Woodrows, especialmente agradecidos à Sra. Juli, esposa do Dr Charles, por todo o apoio dado e pela hospitalidade. Fomos em direção ao Aeroporto de Nampula, com previsão de vôo para as 14h30. Infelizmente, recebemos um aviso pelo sistema de som, que o nosso vôo chegaria apenas às 16h30. Partimos às 18h30, com escala na cidade de Beira. Chegamos à capital perto de 23h. Que longa noite!
No domingo, fomos visitar uma igreja nos arredores da capital Maputo. Chegamos um pouco atrasados porque havia um bloqueio na estrada. Um pouco de tensão, pois alguns se aproximavam do carro com feições pouco amigáveis. O lugar é assustador, com centenas de pessoas numa espécie de feira livre, mas o lixo espalhado por todos os lugares e o esgoto, junto com algumas grandes poças de água parada, dão uma péssima impressão. Tivemos que fazer um grande retorno. A chegada à igreja é marcada pelo canto vibrante e pela sonoridade. É simplesmente lindo o canto africano! Alguns corais se apresentavam um após o outro sem introduções. Uma evolução de cânticos que começavam com alguém sentado no meio da congregação, que depois se levantava e ia para a frente cantando, seguido dos outros a medida que as vozes iam se integrando até fazer o coro. Um espetáculo! Pessoas visivelmente carentes, ditando o ritmo com seus chinelos, em passos coordenados e ritmados. Logo após isso, tive o grande privilégio de pregar nessa igreja, com tradução para o dialeto local. Todos bastante atentos… Inesquecível! Saímos dali para almoçar e depois para o aeroporto, para pegar o vôo para Johanesburgo marcado para as 16h. Despedi-me do Pr Karl Peterson depois de um abraço agradecido por tudo o que fez por nós e faz pelo Senhor em Moçambique. Entrei no avião. Apenas uma hora de vôo, com chegada tranqüila no grande aeroporto de Johanesburgo, indo depois dali para o hotel, nesta altura, já estava sozinho, pois o Pr. Jaime seguira outro destino.
Depois da boa noite de descanso, na segunda-feira, dia 15 de Junho, o avião saiu às 11h de Johanesburgo, com destino ao Brasil. Cheguei muito e muito grato a Deus pela experiência de participar e servir na 10ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes em Moçambique. Foi uma viagem marcante, que não será esquecida. Aproveito a oportunidade para pedir a todos que leram este texto que orem pelo trabalho missionário nos países de língua portuguesa, e, em especial, pelo trabalho que a FIEL tem feito, em Moçambique, com o inestimável apoio e coordenação dos missionários Dr. Charles Woodrow, e sua família e de Pr. Karl Peterson, e sua família. O sonho destes irmãos de integrar a cultura africana aos valores do nosso Senhor deve ser também o nosso. Que todas as línguas e nações possam adorar o nosso Deus.
Grupo de irmãos africanos:
Reunião de mulheres:
8 Comentários para “10ª Conferência FIEL para Pastores e Líderes em Moçambique”
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Obrigado, irmão, por este relatório bonito e inspirador. É bom ser relembrado sobre a grandeza e largueza do povo de Deus – espalhado por este mundo tão grande – e sobre nossa responsabilidade de empregar nossos talentos no serviço do Reino de Deus até os confins da terra.
Jorge
ótimo relato Ed, deu pra ter uma noção de como são as coisas por lá.
muito obrigado e Deus te abençoe!
Grande abraço
Que legal. Parebens pelo relatório, Sr. Edvanio. Que Deus continue abençoando seu ministério na Editora Fiel.
que Deus continui abençoando vcs
é sempre bom ver o povo de Deus espalhado por esse mundo tao grande
pregando e vivendo o evangelho genuino
paz a todos
Pr waldecy freitas de araujo
Que benção a presença da Editora Fiel em Moçambique!
Uma excelente maneira de contribuir para a edificação e o fortalecimento de nossos irmãos em Cristo nesse país tão sofrido do Continente Africano. A Deus seja todo louvor, honra e Glória.
Pr. Prof. Jair de M. Martins, São Paulo,SP.
A Paz do SENHOR queridos irmãos! fiquei profundamente tocado pelo ESPIRÍTO SANTO DE DEUS ao ler o relato do irmão Edvânio, bem como assistindo aos vídeos contempleie o incomensurável AMOR DE DEUS pelas almas, não importando aonde estejam, quais suas nacionalidades.
Que o SENHOR JESUS CRISTO continue usando os amados, e a equipe da editora fiel como um poderoso instrumento de evangelização e ensinamento da palavra do ALTÍSSIMO . AMÉM .
Ao Senhor toda Honra e toda Glória!
Caro Irmão Edvânio.
Obrigado pelo privilégio de poder ler este relatório resumido da 10ª Conferência FIEL para Pastores e Líderes em Moçambique.
Pudemos ver e ouvir os vídeos. E imaginar a emoção gratulatória que os irmãos puderam compartilhar nestes dias de Conferência. E como Deus atuou de forma extraordinária na vida de todos que tiveram o privilégio de participar desta Conferência.
Agradecemos este presente que recebemos da parte do irmão.
Que o Senhor nosso deus continue abençoando e usando poderosamente a equipe da Editora FIEL como instrumento de evangelização e instrução das Escrituras Sagradas.
Um grande abraço.
Sem mais,
Fraternalmente em Cristo.
Pr. Joaquim Miranda (Igreja Batista Liberdade de Volta Redonda – RJ).
A paz amado, fico muito alegre em ver que existem pessoas que querem fazer alguma coisa pelos necessitados. Sabemos que não iremos resolver todos os problemas encontrados, mas para alguns estaremos levando a esperança.Deus abençoe por esta obra e como palavra de inspiração, nunca espere dos homens um insentivo para continuar marchando e sim espere no Senhor que te conhece e te entende e recompensa.Fica com Deus.Pr Handerson Madeira.