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	<title>Comentários em: Perguntas básicas acerca de Jesus Cristo</title>
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	<description>Editora Fiel - Edificando a Igreja de Deus</description>
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		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-259</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 01:48:12 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo,

Se vc tivesse se aproximado com o &quot;tom&quot; de seu último comment, nossa conversa teria sido bem mais proveitosa.

A paz de Cristo para vc também.

Abs
Franklin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo,</p>
<p>Se vc tivesse se aproximado com o &#8220;tom&#8221; de seu último comment, nossa conversa teria sido bem mais proveitosa.</p>
<p>A paz de Cristo para vc também.</p>
<p>Abs<br />
Franklin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Amorim</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-258</link>
		<dc:creator>Paulo Amorim</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 18:01:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-258</guid>
		<description>Prezado Franklin,

Obrigado!
por ter postado a íntegra da minha opinião. era somente isso que eu queria e achava justo. o conteúdo do Blog é de responsabilidade e dependente de autorização sua, verdade!

eu não pretendo dar prosseguimento a este debate. gostaria apenas de dar a minha última palavra, assim como você deu a sua, sem dizer nada que levante outra discussão.

reconheço e reafirmo sem nenhum acanhamento ou desmerecimento que não tenho a formação, a experiência e o conhecimento que você tem. mas certamente isso não me faz menos digno de ser ouvido. e admiro tudo isso em você, mas ainda mais a sua coerência se você aceita um comentário contrário.

sobre o theotokos, já dei a minha opinião no ponto em que quis tocar. não a opinião teológica que me falta, mas conforme o que já expus anteriormente. o seu espaço é moderado, e realmente não é um fórum de discussão. portanto, respeito-o e não toco mais no assunto.

sobre a minha humildade ou a falta dela, e sobre a minha &quot;superficialidade&quot;, quando você me deu a primeira resposta, eu a achei &quot;forte&quot; e quis respondê-la no mesmo tom. mas quando revi o meu primeiro comentário, percebi que também não havia sido tão &quot;doce&quot;.

num debate político, por exemplo, alguém se sobressai. mas aqui neste caso, certamente não quero isso pra você, mas também não quero pra mim. não precisamos. isso é apenas um ponto de vista em desacordo em meio a muitas outras questões que temos em concordância pela nossa fé em comum. não importa você mudar a minha opinião sobre o tema, menos ainda eu mudar a sua. importa apenas termos o direito de as expor. e era esse o final que eu queria quando insisti em ter o meu segundo comentário postado. o espaço aqui é seu. portanto, mais uma vez, com sinceridade, obrigado!

estando o assunto concluído, retiro-me.

apesar de tudo que há e que não há entre a minha pessoa e a sua, se professamos a mesma fé e somos por isso irmãos,

A Paz de nosso Senhor Jesus!

Paulo Amorim
geekyle@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Franklin,</p>
<p>Obrigado!<br />
por ter postado a íntegra da minha opinião. era somente isso que eu queria e achava justo. o conteúdo do Blog é de responsabilidade e dependente de autorização sua, verdade!</p>
<p>eu não pretendo dar prosseguimento a este debate. gostaria apenas de dar a minha última palavra, assim como você deu a sua, sem dizer nada que levante outra discussão.</p>
<p>reconheço e reafirmo sem nenhum acanhamento ou desmerecimento que não tenho a formação, a experiência e o conhecimento que você tem. mas certamente isso não me faz menos digno de ser ouvido. e admiro tudo isso em você, mas ainda mais a sua coerência se você aceita um comentário contrário.</p>
<p>sobre o theotokos, já dei a minha opinião no ponto em que quis tocar. não a opinião teológica que me falta, mas conforme o que já expus anteriormente. o seu espaço é moderado, e realmente não é um fórum de discussão. portanto, respeito-o e não toco mais no assunto.</p>
<p>sobre a minha humildade ou a falta dela, e sobre a minha &#8220;superficialidade&#8221;, quando você me deu a primeira resposta, eu a achei &#8220;forte&#8221; e quis respondê-la no mesmo tom. mas quando revi o meu primeiro comentário, percebi que também não havia sido tão &#8220;doce&#8221;.</p>
<p>num debate político, por exemplo, alguém se sobressai. mas aqui neste caso, certamente não quero isso pra você, mas também não quero pra mim. não precisamos. isso é apenas um ponto de vista em desacordo em meio a muitas outras questões que temos em concordância pela nossa fé em comum. não importa você mudar a minha opinião sobre o tema, menos ainda eu mudar a sua. importa apenas termos o direito de as expor. e era esse o final que eu queria quando insisti em ter o meu segundo comentário postado. o espaço aqui é seu. portanto, mais uma vez, com sinceridade, obrigado!</p>
<p>estando o assunto concluído, retiro-me.</p>
<p>apesar de tudo que há e que não há entre a minha pessoa e a sua, se professamos a mesma fé e somos por isso irmãos,</p>
<p>A Paz de nosso Senhor Jesus!</p>
<p>Paulo Amorim<br />
<a href="mailto:geekyle@gmail.com">geekyle@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-257</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 15:58:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-257</guid>
		<description>Só um adendo, Paulo:

Publiquei sua primeira mensagem, apesar do &quot;tom&quot; da mesma, por ser ilustrativa de muito do pensamento dos crentes brasileiro: é anti-católica, mas não é claramente protestante ou evangélica. Entedi que seria uma boa ocasião para responder à rejeição comum de um vocábulo importante nos estudos cristológicos.

Outra questão: ainda que eu tenha citado no texto que no AT a expressão Filho do Homem se refira a algo como &quot;participante da humanidade&quot;, no caso específico de Jesus esta expressão remonta ao uso da mesma em Dn 7 - em outras palavras, ao se identificar como Filho do Homem, nosso Senhor está se referindo ao Filho do Homem celestial citado pelo profeta do AT - outra afirmação da messiandade e divindade de Cristo, vero Deus, vero homem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só um adendo, Paulo:</p>
<p>Publiquei sua primeira mensagem, apesar do &#8220;tom&#8221; da mesma, por ser ilustrativa de muito do pensamento dos crentes brasileiro: é anti-católica, mas não é claramente protestante ou evangélica. Entedi que seria uma boa ocasião para responder à rejeição comum de um vocábulo importante nos estudos cristológicos.</p>
<p>Outra questão: ainda que eu tenha citado no texto que no AT a expressão Filho do Homem se refira a algo como &#8220;participante da humanidade&#8221;, no caso específico de Jesus esta expressão remonta ao uso da mesma em Dn 7 &#8211; em outras palavras, ao se identificar como Filho do Homem, nosso Senhor está se referindo ao Filho do Homem celestial citado pelo profeta do AT &#8211; outra afirmação da messiandade e divindade de Cristo, vero Deus, vero homem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-256</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 15:04:58 +0000</pubDate>
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		<description>Vamos lá, Paulo,

Parece que vc não se satisfaz com uma simples resposta.

Em primeiro lugar, sei que mensagens virtuais não demonstram emoção, etc. Mas, por exemplo, há uma grande diferença na forma como vc escreve e a forma, por exemplo, que o Lucas discordou de mim, acima - ele divergiu de uma questão, e respondi a ele. Ainda usando este exemplo, o &quot;tom&quot; das duas mensagens do Lucas é muito diferente de suas postagens, que passam a imagem de superficialidade e, preciso reafirmar, zelo sem entendimento.

Como se nota por sua mensagem acima (que vc já mandou pelo menos duas vezes!), ela não acrescenta nada ao debate. Aliás, vc mesmo admite não ter bom domínio da história da teologia. Talvez por isso, vc só fique repetindo uma cantilena anti-católica sem demonstrar nem mesmo conhecer o que está em jogo!

Então, vejamos: em seu primeiro comment neste blog, vc entra de sola, não gosta de minha resposta, admite não entender os detalhes teológicos do que está em jogo e vai ficar ainda fazendo chantagem emocional para que eu publique uma treplica?

Paulo, em primeiro lugar, mais humildade. Isto aqui não é um &quot;espaço democrático&quot;. É um espaço com moderação. Eu me reservo o direito de aprovar ou deletar as mensagens. Em segundo lugar, mais educação, em dois sentidos: não adjetive quem vc não conhece, e estude um pouco mais antes de adjetivar os outros.

Sei que não há almoço grátis, mas vá estudar um pouquinho sobre o assunto; leia, por exemplo, prá começar, A história das doutrinas bíblicas, do Berkhof. Talvez isto ajude. De qualquer forma, vc tem todo o direito de não aceitar o theotokos; mas não suponha ser mais ortodoxo ou evangélico sem entender realmente as questões bíblicas e teológicas da questão.

Em sua última mensagem, vc, tão apressado para firmar sua posição, confunde os próprios títulos cristológicos, misturando &quot;Senhor&quot; com &quot;Filho do Homem&quot;. Se vc estudar um pouquinho, vc verá que &quot;Senhor&quot; é equivalente no NT a Deus. O emprego deste vocábulo é o equivalente ao Adonai no AT. Então, quando Lc (1.43) diz que Maria é a mãe do Senhor, o evangelista simplesmente está dizendo que aquele gerado pelo Espírito por Maria é Deus, logo, Maria é mãe de Deus - isto é, aquele gerado nela é Deus de fato, não um ser com duas naturezas divididas ou um ser com duas naturezas misturadas/confundidas.

Convenientemente, vc ignorou duas outras questões de minha primeira resposta: a citação de Lc 1.32, onde é dito que aquele que nascerá de Maria é o filho do Altíssimo (ou, segundo outra tradução, filho de Deus), que é uma expressão equivalente a dizer que o nascido de Maria é &quot;Deus&quot; e a própria citacão de Calvino - imagino que alguém que afirmou tão categoricamente que o uso do theotokos não faz parte da &quot;teologia evangélica&quot;, deve ser meio constrangedor ler da pena do próprio Calvino tal defesa, não? E olha que nem citei Lutero ou Zwinglio!

Com isto encerro esta questão. Qualquer outro comment seu sobre este assunto será deletado, ok?

Abs
Franklin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá, Paulo,</p>
<p>Parece que vc não se satisfaz com uma simples resposta.</p>
<p>Em primeiro lugar, sei que mensagens virtuais não demonstram emoção, etc. Mas, por exemplo, há uma grande diferença na forma como vc escreve e a forma, por exemplo, que o Lucas discordou de mim, acima &#8211; ele divergiu de uma questão, e respondi a ele. Ainda usando este exemplo, o &#8220;tom&#8221; das duas mensagens do Lucas é muito diferente de suas postagens, que passam a imagem de superficialidade e, preciso reafirmar, zelo sem entendimento.</p>
<p>Como se nota por sua mensagem acima (que vc já mandou pelo menos duas vezes!), ela não acrescenta nada ao debate. Aliás, vc mesmo admite não ter bom domínio da história da teologia. Talvez por isso, vc só fique repetindo uma cantilena anti-católica sem demonstrar nem mesmo conhecer o que está em jogo!</p>
<p>Então, vejamos: em seu primeiro comment neste blog, vc entra de sola, não gosta de minha resposta, admite não entender os detalhes teológicos do que está em jogo e vai ficar ainda fazendo chantagem emocional para que eu publique uma treplica?</p>
<p>Paulo, em primeiro lugar, mais humildade. Isto aqui não é um &#8220;espaço democrático&#8221;. É um espaço com moderação. Eu me reservo o direito de aprovar ou deletar as mensagens. Em segundo lugar, mais educação, em dois sentidos: não adjetive quem vc não conhece, e estude um pouco mais antes de adjetivar os outros.</p>
<p>Sei que não há almoço grátis, mas vá estudar um pouquinho sobre o assunto; leia, por exemplo, prá começar, A história das doutrinas bíblicas, do Berkhof. Talvez isto ajude. De qualquer forma, vc tem todo o direito de não aceitar o theotokos; mas não suponha ser mais ortodoxo ou evangélico sem entender realmente as questões bíblicas e teológicas da questão.</p>
<p>Em sua última mensagem, vc, tão apressado para firmar sua posição, confunde os próprios títulos cristológicos, misturando &#8220;Senhor&#8221; com &#8220;Filho do Homem&#8221;. Se vc estudar um pouquinho, vc verá que &#8220;Senhor&#8221; é equivalente no NT a Deus. O emprego deste vocábulo é o equivalente ao Adonai no AT. Então, quando Lc (1.43) diz que Maria é a mãe do Senhor, o evangelista simplesmente está dizendo que aquele gerado pelo Espírito por Maria é Deus, logo, Maria é mãe de Deus &#8211; isto é, aquele gerado nela é Deus de fato, não um ser com duas naturezas divididas ou um ser com duas naturezas misturadas/confundidas.</p>
<p>Convenientemente, vc ignorou duas outras questões de minha primeira resposta: a citação de Lc 1.32, onde é dito que aquele que nascerá de Maria é o filho do Altíssimo (ou, segundo outra tradução, filho de Deus), que é uma expressão equivalente a dizer que o nascido de Maria é &#8220;Deus&#8221; e a própria citacão de Calvino &#8211; imagino que alguém que afirmou tão categoricamente que o uso do theotokos não faz parte da &#8220;teologia evangélica&#8221;, deve ser meio constrangedor ler da pena do próprio Calvino tal defesa, não? E olha que nem citei Lutero ou Zwinglio!</p>
<p>Com isto encerro esta questão. Qualquer outro comment seu sobre este assunto será deletado, ok?</p>
<p>Abs<br />
Franklin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Amorim</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-255</link>
		<dc:creator>Paulo Amorim</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 13:44:38 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Franklin,

dei a minha cara a tapa e está aí do que fui chamado, &quot;faltoso de entendimento&quot;, &quot;apaixonado vislumbrado (sem conteúdo)&quot;, &quot;sem noção (!!! - este o pior pelo contexto atual da expressão entre os jovens como eu)&quot; e desconhecedor da teologia protestante...

faz parte do debate! eu também lhe chamei de ecumênico.
mas do que você disse assumo apenas que não conheço a história da igreja e das lutas pela sã doutrina tão bem quanto você.

mas de uma coisa eu sei, &quot;mãe de Deus&quot; é uma expressão da obscuridade religiosa católico-romana que eleva a mãe de nosso Senhor (o Filho do Homem) ao sublime (porém, fajuto!) cargo de Nossa Senhora (e as demais prerrogativas que lhe são extra-biblicamente acrescentadas), isso para engano e tropeço dos vislumbrados (estes sim!) fiéis catequisados (ou não!) pela igreja de Roma.

se não foi assim desde o começo e não se começou com essa intenção é um lado da história. mas o fato pertinente ao seu uso atual é este que lhe falo, ao menos fora das paredes das faculdades teológicas. e foi nesse ponto que eu toquei.

e ainda no auge da minha falta de noção eu confessei: &quot;Jesus foi/é o Cristo desde a sua concepção&quot;, independementemente se existe uma &quot;Nossa Senhora&quot; que além de ser tão senhora qto o Senhor (ou mais, como quer a religião dela) é a mãe do Criador (nossa! o Criador tem uma mãe... quanta noção!!!)

continuando com a minha franqueza, o seu uso/defesa/entendimento dessa expressão é um reflexo de &quot;coar-se um mosquito e engolir um camelo&quot; (Mt23,24). conteúdo sem justa praticidade é um risco à fé cristã.

aproveitando o ensejo, gostaria de saber se o Senhor é o Salvador de Maria por ela ter caído no rio (doutrina evangélica) ou por ter evitado que ela caísse (doutrina católica) - Lc1,47.

Abs
Paulo Amorim
geekyle@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Franklin,</p>
<p>dei a minha cara a tapa e está aí do que fui chamado, &#8220;faltoso de entendimento&#8221;, &#8220;apaixonado vislumbrado (sem conteúdo)&#8221;, &#8220;sem noção (!!! &#8211; este o pior pelo contexto atual da expressão entre os jovens como eu)&#8221; e desconhecedor da teologia protestante&#8230;</p>
<p>faz parte do debate! eu também lhe chamei de ecumênico.<br />
mas do que você disse assumo apenas que não conheço a história da igreja e das lutas pela sã doutrina tão bem quanto você.</p>
<p>mas de uma coisa eu sei, &#8220;mãe de Deus&#8221; é uma expressão da obscuridade religiosa católico-romana que eleva a mãe de nosso Senhor (o Filho do Homem) ao sublime (porém, fajuto!) cargo de Nossa Senhora (e as demais prerrogativas que lhe são extra-biblicamente acrescentadas), isso para engano e tropeço dos vislumbrados (estes sim!) fiéis catequisados (ou não!) pela igreja de Roma.</p>
<p>se não foi assim desde o começo e não se começou com essa intenção é um lado da história. mas o fato pertinente ao seu uso atual é este que lhe falo, ao menos fora das paredes das faculdades teológicas. e foi nesse ponto que eu toquei.</p>
<p>e ainda no auge da minha falta de noção eu confessei: &#8220;Jesus foi/é o Cristo desde a sua concepção&#8221;, independementemente se existe uma &#8220;Nossa Senhora&#8221; que além de ser tão senhora qto o Senhor (ou mais, como quer a religião dela) é a mãe do Criador (nossa! o Criador tem uma mãe&#8230; quanta noção!!!)</p>
<p>continuando com a minha franqueza, o seu uso/defesa/entendimento dessa expressão é um reflexo de &#8220;coar-se um mosquito e engolir um camelo&#8221; (Mt23,24). conteúdo sem justa praticidade é um risco à fé cristã.</p>
<p>aproveitando o ensejo, gostaria de saber se o Senhor é o Salvador de Maria por ela ter caído no rio (doutrina evangélica) ou por ter evitado que ela caísse (doutrina católica) &#8211; Lc1,47.</p>
<p>Abs<br />
Paulo Amorim<br />
<a href="mailto:geekyle@gmail.com">geekyle@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-254</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 19:55:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-254</guid>
		<description>Prezado Paulo/geekyle,

Sua última postagem foi solenemente deletada.

Não havia nada novo ou que merecesse resposta naquele comment.

Abs
Franklin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Paulo/geekyle,</p>
<p>Sua última postagem foi solenemente deletada.</p>
<p>Não havia nada novo ou que merecesse resposta naquele comment.</p>
<p>Abs<br />
Franklin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Amorim</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-253</link>
		<dc:creator>Paulo Amorim</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 19:48:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-253</guid>
		<description>Prezado Franklin,

estou aguardando a publicação do meu post.
não acho coerente que você deixe de fazê-lo, mas presumo que esteja preparando uma resposta ao mesmo.

Abraços,
Paulo Amorim
geekyle@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Franklin,</p>
<p>estou aguardando a publicação do meu post.<br />
não acho coerente que você deixe de fazê-lo, mas presumo que esteja preparando uma resposta ao mesmo.</p>
<p>Abraços,<br />
Paulo Amorim<br />
<a href="mailto:geekyle@gmail.com">geekyle@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-252</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 11:59:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-252</guid>
		<description>Continuando, Lucas:

Minha posição sobre a teologia do pacto é um pouco diferente do que vc vai encontrar na CFW ou na CF1689. Ela está bem próxima da posição de John Murray, Van Groningen e Palmer Robertson; em outras palavras, tenho muita dificuldade com o conceito de pacto das obras, preferindo o entendimento de que em Gênesis temos um pacto criacional, também gracioso.

Quanto à questão do batismo, as imagens bíblicas são multifacetadas; não se limitam apenas a afirmar e selar nossa união (mística) com a morte e ressurreição de Cristo; estas imagens remetem ao lavar regenerador do Espírito, nossa entrada no Corpo (místico) de Cristo, o recebimento do amor de Deus, etc. Posto isto, eu creio que o batismo é sinal e selo da obra da graça; não tenho dificuldade com a linguagem sacramental reformada quando ao batismo. Também não tenho dificuldade com o batismo por aspersão, que, me parece, tem o seu suporte bíblico e histórico - já que a fonte mais antiga para a teologia batismal, o Didaquê, afirma que haviam os dois modos de batismo já no início da igreja primitiva.

Quanto à questão do batismo infantil, a situação se complica um tanto. Não há nenhum texto-prova explícito sobre tal prática. Todos os texto-prova são circunstanciais. Quando pensamos em termos de princípio regulador do culto, isto torna a prática um pouco mais complicada, não é?

Historicamente, o batismo infantil só se tornou prática corrente em meados dos séculos 4 e 5. Antes, não havia uma posição unânime. Agostinho mesmo só se batizou com 33 anos. Sua mãe, Mônica, não queria batizá-lo antes, pois a crença corrente da cristandade primitiva era que certos pecados cometidos após o batismo eram sem remissão. Tertuliano foi um dos que se encarregou de expor esta posição. Ademais, a base teológica para o batismo (e isto se aplica depois ao batismo de infantes) era bem diferente da teologia das alianças, surgida na Holanda nos séculos 16 e 17. A idéia básica na cristandade primitiva é que o batismo estava ligado à recepção do Espírito e à regeneração, assim como à troca de senhorios (de satanás para Jesus Cristo). Então, passou-se a batizar infantes na suposição de que o batismo os regeneraria, em tenra idade.

Ainda falando de Tertuliano, que escreveu o primeiro tratado sobre o batismo na história (com o título De Baptismo), ele afirmou em fins do século 3:

Todo o pedido pode decepcionar e ser decepcionado. Por isso é preferível protelar o batismo conforme a condição, a disposição e também a idade de cada qual, sobretudo quando se trata de crianças. (...) Não há dúvida que o Senhor disse: Deixai vir a mim os pequeninos! (Mt.19.14). Pois bem, que se aproximem! Porém, quando tiverem crescido, e quando estiverem em idade de ser instruídos, e quando tiverem aprendido a conhecer para que vêm. Que se tornem cristãos quando forem capazes de conhecer a Cristo!

Devo notar que a tradução popular de Mt 19.14 (&quot;dos tais&quot;) não é unânime; uma outra tradução possível (e, para mim, preferível) é &quot;de tais&quot;.

Por fim, devemos evitar toda disputa acirrada sobre esta questão, correndo o risco de tornar este rito um ídolo. Aliás, eu diria que o rebatismo também incorre em tornar este meio de graça um ídolo. Na medida em que tornamos este rito um sinal de entrada em determinada denominação ou igreja, já erramos em nossa teologia batismal. Este é um rito de entrada no Reino, e como tal é irrepetível, assim como houve uma única ressurreição de Cristo dentre os mortos. Por isto, toda idéia de rebatismo deve ser rejeitada como uma perversão da teologia batismal bíblica.

Por fim, recomendo a leitura do ótimo capítulo sobre John Bunyan, no clássico de Lloyd-Jones, Os Puritanos: suas origens e sucessores.

Espero que ajude,

Franklin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando, Lucas:</p>
<p>Minha posição sobre a teologia do pacto é um pouco diferente do que vc vai encontrar na CFW ou na CF1689. Ela está bem próxima da posição de John Murray, Van Groningen e Palmer Robertson; em outras palavras, tenho muita dificuldade com o conceito de pacto das obras, preferindo o entendimento de que em Gênesis temos um pacto criacional, também gracioso.</p>
<p>Quanto à questão do batismo, as imagens bíblicas são multifacetadas; não se limitam apenas a afirmar e selar nossa união (mística) com a morte e ressurreição de Cristo; estas imagens remetem ao lavar regenerador do Espírito, nossa entrada no Corpo (místico) de Cristo, o recebimento do amor de Deus, etc. Posto isto, eu creio que o batismo é sinal e selo da obra da graça; não tenho dificuldade com a linguagem sacramental reformada quando ao batismo. Também não tenho dificuldade com o batismo por aspersão, que, me parece, tem o seu suporte bíblico e histórico &#8211; já que a fonte mais antiga para a teologia batismal, o Didaquê, afirma que haviam os dois modos de batismo já no início da igreja primitiva.</p>
<p>Quanto à questão do batismo infantil, a situação se complica um tanto. Não há nenhum texto-prova explícito sobre tal prática. Todos os texto-prova são circunstanciais. Quando pensamos em termos de princípio regulador do culto, isto torna a prática um pouco mais complicada, não é?</p>
<p>Historicamente, o batismo infantil só se tornou prática corrente em meados dos séculos 4 e 5. Antes, não havia uma posição unânime. Agostinho mesmo só se batizou com 33 anos. Sua mãe, Mônica, não queria batizá-lo antes, pois a crença corrente da cristandade primitiva era que certos pecados cometidos após o batismo eram sem remissão. Tertuliano foi um dos que se encarregou de expor esta posição. Ademais, a base teológica para o batismo (e isto se aplica depois ao batismo de infantes) era bem diferente da teologia das alianças, surgida na Holanda nos séculos 16 e 17. A idéia básica na cristandade primitiva é que o batismo estava ligado à recepção do Espírito e à regeneração, assim como à troca de senhorios (de satanás para Jesus Cristo). Então, passou-se a batizar infantes na suposição de que o batismo os regeneraria, em tenra idade.</p>
<p>Ainda falando de Tertuliano, que escreveu o primeiro tratado sobre o batismo na história (com o título De Baptismo), ele afirmou em fins do século 3:</p>
<p>Todo o pedido pode decepcionar e ser decepcionado. Por isso é preferível protelar o batismo conforme a condição, a disposição e também a idade de cada qual, sobretudo quando se trata de crianças. (&#8230;) Não há dúvida que o Senhor disse: Deixai vir a mim os pequeninos! (Mt.19.14). Pois bem, que se aproximem! Porém, quando tiverem crescido, e quando estiverem em idade de ser instruídos, e quando tiverem aprendido a conhecer para que vêm. Que se tornem cristãos quando forem capazes de conhecer a Cristo!</p>
<p>Devo notar que a tradução popular de Mt 19.14 (&#8220;dos tais&#8221;) não é unânime; uma outra tradução possível (e, para mim, preferível) é &#8220;de tais&#8221;.</p>
<p>Por fim, devemos evitar toda disputa acirrada sobre esta questão, correndo o risco de tornar este rito um ídolo. Aliás, eu diria que o rebatismo também incorre em tornar este meio de graça um ídolo. Na medida em que tornamos este rito um sinal de entrada em determinada denominação ou igreja, já erramos em nossa teologia batismal. Este é um rito de entrada no Reino, e como tal é irrepetível, assim como houve uma única ressurreição de Cristo dentre os mortos. Por isto, toda idéia de rebatismo deve ser rejeitada como uma perversão da teologia batismal bíblica.</p>
<p>Por fim, recomendo a leitura do ótimo capítulo sobre John Bunyan, no clássico de Lloyd-Jones, Os Puritanos: suas origens e sucessores.</p>
<p>Espero que ajude,</p>
<p>Franklin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-251</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 21:42:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-251</guid>
		<description>Oi, Lucas,

Vamos por partes:

Eu escrevi este texto em 2001. Minha posição sobre o batismo de Jesus como narrado nos evangelhos mudou bastante; entendo que o batismo de Jesus é o sinal do começo da Nova Criação. Todo o quadro dos relatos do batismo de Jesus remetem ao relato de Gênesis 1; o Pai nos céus; o Espírito pairando sobre as águas; a Palavra audível e visivel. Na sequencia, Jesus vai para o deserto ser tentado (enquando, logo após a criação, Adão é tentado no jardim). Depois, o sermão do monte (onde ele se apresenta como alguém maior que Moisés). Depois uma sequencia de milagres que remetem o leitor às pragas do Egito. No fim, um Primogênito morre para salvar a muitos. Em outras palavras, o que os relatos dos Evangelhos querem mostrar é que em Cristo irrompeu a Nova Criação. Jesus está recapitulando a história do primeiro Adão, como o segundo Adão; onde o primeiro desobedeceu, o segundo foi perfeitamente obediente, para salvar a muitos de seus pecados. Os paralelos dos relatos evangélicos com personagens e a história de Israel permeiam toda a vida terrena do Salvador. Rm 5.12-21 é o resumo da história redentiva.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Lucas,</p>
<p>Vamos por partes:</p>
<p>Eu escrevi este texto em 2001. Minha posição sobre o batismo de Jesus como narrado nos evangelhos mudou bastante; entendo que o batismo de Jesus é o sinal do começo da Nova Criação. Todo o quadro dos relatos do batismo de Jesus remetem ao relato de Gênesis 1; o Pai nos céus; o Espírito pairando sobre as águas; a Palavra audível e visivel. Na sequencia, Jesus vai para o deserto ser tentado (enquando, logo após a criação, Adão é tentado no jardim). Depois, o sermão do monte (onde ele se apresenta como alguém maior que Moisés). Depois uma sequencia de milagres que remetem o leitor às pragas do Egito. No fim, um Primogênito morre para salvar a muitos. Em outras palavras, o que os relatos dos Evangelhos querem mostrar é que em Cristo irrompeu a Nova Criação. Jesus está recapitulando a história do primeiro Adão, como o segundo Adão; onde o primeiro desobedeceu, o segundo foi perfeitamente obediente, para salvar a muitos de seus pecados. Os paralelos dos relatos evangélicos com personagens e a história de Israel permeiam toda a vida terrena do Salvador. Rm 5.12-21 é o resumo da história redentiva.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anônimo</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-250</link>
		<dc:creator>Anônimo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 17:10:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-250</guid>
		<description>(continuação)
Tem o conhecido argumento do batismo como sendo o substituto da circuncisão como símbolo exterior da participação na comunidade da Aliança, a comunidade dos salvos, a própria Igreja. Paulo diz em Gálatas que a Aliança feita com Abraão, simbolizada na circuncisão, não poderia ser revogada pela lei - deve-se lembrar que as crianças circuncidadas não podiam crer, mas eram agregadas à igreja visível do Antigo Testamento. Assim, quando Cristo é batizado, ele institui esse novo símbolo de participação na igreja, seu corpo, mas não estabelece a exclusividade para adultos (exige-se fé de quem é capaz de crer - não seria absurdo exigir de quem não capaz, como uma criança ou um deficiente mental?).
Some-se a isso o texto de Cl. 2:8-12, onde lemos que Cristo é a nossa circuncisão, participando de Sua morte e ressurreição no batismo (agregação ao corpo?), me parece muito lógico e coerente que não há razão para negarmos o batismo aos filhos de pessoas regeneradas pelo Espírito. Apesar disso, simplesmente não consigo aceitar que possa haver na igreja membros que não tiveram arrependimento e fé, ainda que apenas durante a &quot;fase da inocência&quot; (sendo-lhes exigido, posteriormente, a profissão de fé quando souberem discernir certo e errado).
Também me questiono quanto ao testemunho da história. É verdade que Agostinho considerava essa prática como iniciada desde os dias da igreja primitiva? Havia outros grupos que batizavam exclusivamente adultos desde os tempos imemoriais ou isso só começou com montanistas e novacianos? Se não havia e se no tempo apostólico já se considerava normal as crianças serem batizadas, por que os batistas não as batizam? Estaríamos nós errados?
Se você tiver disposição em esclarecer essas dúvidas, ficarei muito grato. Se não, tudo bem, mas ao menos me indique boas fontes (históricas, exegéticas e teológicas) para pesquisar sobre o assunto. Fique à vontade para não publicar o comentário, se não achar pertinente, podendo enviar resposta ao meu e-mail (lukesbeard@gmail.com).
Fique na paz de Cristo. Abs,
Lucas Almeida</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(continuação)<br />
Tem o conhecido argumento do batismo como sendo o substituto da circuncisão como símbolo exterior da participação na comunidade da Aliança, a comunidade dos salvos, a própria Igreja. Paulo diz em Gálatas que a Aliança feita com Abraão, simbolizada na circuncisão, não poderia ser revogada pela lei &#8211; deve-se lembrar que as crianças circuncidadas não podiam crer, mas eram agregadas à igreja visível do Antigo Testamento. Assim, quando Cristo é batizado, ele institui esse novo símbolo de participação na igreja, seu corpo, mas não estabelece a exclusividade para adultos (exige-se fé de quem é capaz de crer &#8211; não seria absurdo exigir de quem não capaz, como uma criança ou um deficiente mental?).<br />
Some-se a isso o texto de Cl. 2:8-12, onde lemos que Cristo é a nossa circuncisão, participando de Sua morte e ressurreição no batismo (agregação ao corpo?), me parece muito lógico e coerente que não há razão para negarmos o batismo aos filhos de pessoas regeneradas pelo Espírito. Apesar disso, simplesmente não consigo aceitar que possa haver na igreja membros que não tiveram arrependimento e fé, ainda que apenas durante a &#8220;fase da inocência&#8221; (sendo-lhes exigido, posteriormente, a profissão de fé quando souberem discernir certo e errado).<br />
Também me questiono quanto ao testemunho da história. É verdade que Agostinho considerava essa prática como iniciada desde os dias da igreja primitiva? Havia outros grupos que batizavam exclusivamente adultos desde os tempos imemoriais ou isso só começou com montanistas e novacianos? Se não havia e se no tempo apostólico já se considerava normal as crianças serem batizadas, por que os batistas não as batizam? Estaríamos nós errados?<br />
Se você tiver disposição em esclarecer essas dúvidas, ficarei muito grato. Se não, tudo bem, mas ao menos me indique boas fontes (históricas, exegéticas e teológicas) para pesquisar sobre o assunto. Fique à vontade para não publicar o comentário, se não achar pertinente, podendo enviar resposta ao meu e-mail (lukesbeard@gmail.com).<br />
Fique na paz de Cristo. Abs,<br />
Lucas Almeida</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anônimo</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-249</link>
		<dc:creator>Anônimo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 17:09:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-249</guid>
		<description>Caro irmão Franklin,
Também sou batista reformado. Mas estudando um pouquinho a teologia do pacto, passei a refletir sobre a nossa posição a respeito do batismo, coisa que jamais fizera antes, por ter nascido em uma família batista.
Sobre o batismo de Jesus, quando se diz que o sentido de que ele foi &quot;batizado para que se cumprisse toda a justiça&quot; é que ele precisava se identificar com seu povo como aquele que leva os seus pecados, essa interpretação me parece inconsistente.
Sabendo que Ele próprio não tinha pecados e que carregaria os pecados do seu povo; e sabendo que o batismo, para nós (batistas), significa justamente participar da morte e ressurreição do Senhor (&quot;morrer para o mundo e ressurgir para uma nova vida em Cristo&quot;); dizer que ele ele tinha de ser batizado para se identificar é contraditório, já que essa identidade do batismo (como morte e ressurreição) ainda não existia.
O argumento de que também seria exemplo para todos os que creriam e obedeceriam à sua ordenança, a meu ver, enfraquece demais os simbolismo envolvido no ato do batismo.
Pastor Franklin, não lhe parece mais coerente a segunda ideia apresentada na resposta à pergunta básica, a de que o batismo de Jesus ocorreu para marcar o início do seu ministério e, consequentemente, da própria Igreja?
Nesse sentido, o significado do batismo passa a ser - muito mais do que identificar-se com a morte e ressurreição (embora não excluído) - o símbolo ou selo de incorporação ao corpo de Cristo. Naquele momento, o próprio Cristo, em seu corpo humano, estava presente, marcando o início do seu ministério público e da Igreja. Posteriormente, após a ascensão, esse continuará sendo o símbolo de agregação dos convertidos à Igreja, o corpo de Cristo no mundo.
Até aqui tudo bem, né? Desculpe-me se estou me estendendo. A questão que surge é: por que esse sinal não podia ser aplicado às crianças, filhas de pai ou mãe crente, tendo em vista 1 Co.7:14 e Gl.3:16,17? Além do mais, o próprio Senhor ordenou que não impedissem as crianças de vir a Ele, pois delas é o reino dos céus. Com isso, não estaria ele incorporando as crianças também à igreja nascente?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro irmão Franklin,<br />
Também sou batista reformado. Mas estudando um pouquinho a teologia do pacto, passei a refletir sobre a nossa posição a respeito do batismo, coisa que jamais fizera antes, por ter nascido em uma família batista.<br />
Sobre o batismo de Jesus, quando se diz que o sentido de que ele foi &#8220;batizado para que se cumprisse toda a justiça&#8221; é que ele precisava se identificar com seu povo como aquele que leva os seus pecados, essa interpretação me parece inconsistente.<br />
Sabendo que Ele próprio não tinha pecados e que carregaria os pecados do seu povo; e sabendo que o batismo, para nós (batistas), significa justamente participar da morte e ressurreição do Senhor (&#8220;morrer para o mundo e ressurgir para uma nova vida em Cristo&#8221;); dizer que ele ele tinha de ser batizado para se identificar é contraditório, já que essa identidade do batismo (como morte e ressurreição) ainda não existia.<br />
O argumento de que também seria exemplo para todos os que creriam e obedeceriam à sua ordenança, a meu ver, enfraquece demais os simbolismo envolvido no ato do batismo.<br />
Pastor Franklin, não lhe parece mais coerente a segunda ideia apresentada na resposta à pergunta básica, a de que o batismo de Jesus ocorreu para marcar o início do seu ministério e, consequentemente, da própria Igreja?<br />
Nesse sentido, o significado do batismo passa a ser &#8211; muito mais do que identificar-se com a morte e ressurreição (embora não excluído) &#8211; o símbolo ou selo de incorporação ao corpo de Cristo. Naquele momento, o próprio Cristo, em seu corpo humano, estava presente, marcando o início do seu ministério público e da Igreja. Posteriormente, após a ascensão, esse continuará sendo o símbolo de agregação dos convertidos à Igreja, o corpo de Cristo no mundo.<br />
Até aqui tudo bem, né? Desculpe-me se estou me estendendo. A questão que surge é: por que esse sinal não podia ser aplicado às crianças, filhas de pai ou mãe crente, tendo em vista 1 Co.7:14 e Gl.3:16,17? Além do mais, o próprio Senhor ordenou que não impedissem as crianças de vir a Ele, pois delas é o reino dos céus. Com isso, não estaria ele incorporando as crianças também à igreja nascente?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alex Malta Raposo</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-248</link>
		<dc:creator>Alex Malta Raposo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 14:15:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-248</guid>
		<description>Gostei muito do seu blog. Muito edificante. Parabéns. Pela qualidade das postagens, estarei sempre visitando. Se puder visitar o meu, ficarei muito feliz. Para quem está começando, é sempre bom ter um feed-back de quem já está na blogosfera há mais tempo. Fique na paz.

www.vivendooevangelho.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do seu blog. Muito edificante. Parabéns. Pela qualidade das postagens, estarei sempre visitando. Se puder visitar o meu, ficarei muito feliz. Para quem está começando, é sempre bom ter um feed-back de quem já está na blogosfera há mais tempo. Fique na paz.</p>
<p><a href="http://www.vivendooevangelho.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.vivendooevangelho.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-247</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 10:48:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-247</guid>
		<description>Prezado geekyle,

Agradeço por freqüentar este blog e apreciar o material publicado por Editora Fiel.

Mas, usando de franqueza, sua mensagem é reflexo do “zelo por Deus, porém não com entendimento” (Rm 10.2). Paixão sem conteúdo é um risco na fé cristã.

Se vc conhecesse um pouco de teologia evangélica, vc descobriria que os principais teólogos protestantes afirmaram que Maria é a &quot;mãe de Deus&quot;. Antes de pronunciar um veredito tão contundente, seria interessante que vc gastasse um tempo lendo as principais teologias sistemáticas evangélicas publicadas em português; aliás, recomendo que vc leia atentamente sobre os debates envolvendo Nestório, e que geraram a Definição de Fé de Calcedônia, em 451.

Parece que vc não tem muita noção do que está em jogo – então vamos lá: no contexto original, o que os pais da igreja reunidos em Calcedônia queriam afirmar é que aquele nascido de Maria é “Deus de Deus, luz de luz”. Eram os heréticos que afirmavam que Maria é (simplesmente) a “mãe de Cristo”, por razões que vc pode ler em bons livros de história da igreja ou de teologia sistemática. O mau uso que os católicos medievais deram a esta epíteto não invalida seu bom uso. Pois, como um dos pais da tradição evangélica escreveu, “não só se aplica o título de Filho de Deus Àquele que é nascido da Virgem [Lc 1.32], mas também a própria Virgem é chamada mãe de nosso Senhor [Lc 1.43]” (Calvino).

Colocando de outra forma, em seu zelo sem entendimento, vc se coloca ao lado da heresia nestoriana, separando as duas naturezas de Cristo, tornando-o alguém completamente diferente do Salvador descrito na Bíblia.

Abs
Franklin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado geekyle,</p>
<p>Agradeço por freqüentar este blog e apreciar o material publicado por Editora Fiel.</p>
<p>Mas, usando de franqueza, sua mensagem é reflexo do “zelo por Deus, porém não com entendimento” (Rm 10.2). Paixão sem conteúdo é um risco na fé cristã.</p>
<p>Se vc conhecesse um pouco de teologia evangélica, vc descobriria que os principais teólogos protestantes afirmaram que Maria é a &#8220;mãe de Deus&#8221;. Antes de pronunciar um veredito tão contundente, seria interessante que vc gastasse um tempo lendo as principais teologias sistemáticas evangélicas publicadas em português; aliás, recomendo que vc leia atentamente sobre os debates envolvendo Nestório, e que geraram a Definição de Fé de Calcedônia, em 451.</p>
<p>Parece que vc não tem muita noção do que está em jogo – então vamos lá: no contexto original, o que os pais da igreja reunidos em Calcedônia queriam afirmar é que aquele nascido de Maria é “Deus de Deus, luz de luz”. Eram os heréticos que afirmavam que Maria é (simplesmente) a “mãe de Cristo”, por razões que vc pode ler em bons livros de história da igreja ou de teologia sistemática. O mau uso que os católicos medievais deram a esta epíteto não invalida seu bom uso. Pois, como um dos pais da tradição evangélica escreveu, “não só se aplica o título de Filho de Deus Àquele que é nascido da Virgem [Lc 1.32], mas também a própria Virgem é chamada mãe de nosso Senhor [Lc 1.43]” (Calvino).</p>
<p>Colocando de outra forma, em seu zelo sem entendimento, vc se coloca ao lado da heresia nestoriana, separando as duas naturezas de Cristo, tornando-o alguém completamente diferente do Salvador descrito na Bíblia.</p>
<p>Abs<br />
Franklin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-246</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:58:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-246</guid>
		<description>Oi, Joelson

Muito boa sua percepção; obrigado por compartilhar.

Abs
Franklin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Joelson</p>
<p>Muito boa sua percepção; obrigado por compartilhar.</p>
<p>Abs<br />
Franklin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-245</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:57:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-245</guid>
		<description>Oi, Alex,

Vou fazer um levantamento do que eu tenho aqui e envio para seu e-mail, ok?

Só aguarde um pouquinho.

Abs
Franklin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Alex,</p>
<p>Vou fazer um levantamento do que eu tenho aqui e envio para seu e-mail, ok?</p>
<p>Só aguarde um pouquinho.</p>
<p>Abs<br />
Franklin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-244</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:56:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-244</guid>
		<description>Oi, Erika,

Recomendo três livrinhos:

1. A Tri-Unidade de Deus no Velho Testamento, de Stanley Rosenthal;

2. A Divindade de Cristo, de L. R. Shelton Jr.

3. Conheça as Marcas das Seitas, Dave Breese.

Procure também os livros de meu amigo Aldo Menezes, um ex-testemunha de Jeová. Para mim, são o que de melhor nós temos em português para uma boa refutação a esta seita.

Aqui vc pode ler um capítulo de um dos livros dele: http://www.geocities.com/irmaobrasil/cap6aldo.htm

Abs
Franklin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Erika,</p>
<p>Recomendo três livrinhos:</p>
<p>1. A Tri-Unidade de Deus no Velho Testamento, de Stanley Rosenthal;</p>
<p>2. A Divindade de Cristo, de L. R. Shelton Jr.</p>
<p>3. Conheça as Marcas das Seitas, Dave Breese.</p>
<p>Procure também os livros de meu amigo Aldo Menezes, um ex-testemunha de Jeová. Para mim, são o que de melhor nós temos em português para uma boa refutação a esta seita.</p>
<p>Aqui vc pode ler um capítulo de um dos livros dele: <a href="http://www.geocities.com/irmaobrasil/cap6aldo.htm" rel="nofollow">http://www.geocities.com/irmaobrasil/cap6aldo.htm</a></p>
<p>Abs<br />
Franklin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-243</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:51:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-243</guid>
		<description>Felipe e Paulo, obrigado pelas bondosas palavras; lembrem-se de nós, aqui da editora, em suas orações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Felipe e Paulo, obrigado pelas bondosas palavras; lembrem-se de nós, aqui da editora, em suas orações.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franklin Ferreira</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-242</link>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:50:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-242</guid>
		<description>Oi, JCPuglisi,

Não sei se entendi direito sua pergunta; de toda forma, não é só a fé cristã que afirma que existe um criador acima de todas as coisas. Outras crenças, antigas e novas afimam isto também. Vc pode ler um relato antigo sobre isto como o mito de Gilgamesh.

Qual a diferença da crença cristã para os mitos antigos e novos? A fé cristã, a partir de Gênesis, afirma que todas as coisas foram criadas por Yaweh, que há uma distinção completa e absoluta entre Yaweh e o restante da criação, que toda a criação foi criada boa (tanto em seus aspectos espirituais como também em seus aspectos materiais). Yaweh criou tudo do nada (ex nihilo). O Senhor não criou nada a partir de algo pré-existente. Outra questão importante é que Yaweh cuida e supervisiona toda a criação - mesmo o mal entrando na criação, este não dá a última palavra. Em sintese, estas são algumas das diferenças do que a Bíblia afirma e que não tem nada em comum com as crenças de outras seitas e grupos religiosos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, JCPuglisi,</p>
<p>Não sei se entendi direito sua pergunta; de toda forma, não é só a fé cristã que afirma que existe um criador acima de todas as coisas. Outras crenças, antigas e novas afimam isto também. Vc pode ler um relato antigo sobre isto como o mito de Gilgamesh.</p>
<p>Qual a diferença da crença cristã para os mitos antigos e novos? A fé cristã, a partir de Gênesis, afirma que todas as coisas foram criadas por Yaweh, que há uma distinção completa e absoluta entre Yaweh e o restante da criação, que toda a criação foi criada boa (tanto em seus aspectos espirituais como também em seus aspectos materiais). Yaweh criou tudo do nada (ex nihilo). O Senhor não criou nada a partir de algo pré-existente. Outra questão importante é que Yaweh cuida e supervisiona toda a criação &#8211; mesmo o mal entrando na criação, este não dá a última palavra. Em sintese, estas são algumas das diferenças do que a Bíblia afirma e que não tem nada em comum com as crenças de outras seitas e grupos religiosos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anônimo</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-241</link>
		<dc:creator>Anônimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:34:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-241</guid>
		<description>olá a todos e principalmente ao autor do Blog!
sou um apaixonado por Cristo e por anunciar as suas Boas Novas!!!
mas vamos lá: discordo de uma das proposições deste artigo; mas infelizmente só percebi isso depois de tê-lo postado por e-mail a todos os meus contatos.
isso eu fiz por confiar antecipadamente em todo o seu conteúdo, pelo fato de se tratar de um blog ligado à Editora Fiel e à doutrina Evangélica.
o que acontece é o seguinte: desde quando a teologia evangélica usa o termo &quot;mãe de Deus&quot;? e desde quando uma expressão de uma mentira religiosa precisa ser usada para defender uma verdade - no caso, a verdade de que Jesus foi/é o Cristo desde a sua concepção?
só se for desde que a sã doutrina foi impermeada pelos ventos heréticos do Ecumenismo!!
bom... só me resta redobrar a minha atenção ao repassar informações pertinentes à Palavra de Deus, pois como sempre soube, ela é -infelizmente!, usada não só para se pregar a revelação divina da verdade como também os dogmas baseados na mentira dos homens e de suas religiões.
a expressão &quot;mãe de Deus&quot; é uma das coisas mais néscias/falsas/mentirosas/irreais, enganadoras para com os homens e ingloriosas para com Deus que há no meio religioso cristão - aliás, já herdada de outras heresias mais antigas através do sincretismo pagão da igreja (ecumênica, por sinal!) autora e propagandista sua.
estarei mais atento da próxima vez para não ser mais um a difundir enganos!
ao menos o restante do artigo se salva...
geekyle@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá a todos e principalmente ao autor do Blog!<br />
sou um apaixonado por Cristo e por anunciar as suas Boas Novas!!!<br />
mas vamos lá: discordo de uma das proposições deste artigo; mas infelizmente só percebi isso depois de tê-lo postado por e-mail a todos os meus contatos.<br />
isso eu fiz por confiar antecipadamente em todo o seu conteúdo, pelo fato de se tratar de um blog ligado à Editora Fiel e à doutrina Evangélica.<br />
o que acontece é o seguinte: desde quando a teologia evangélica usa o termo &#8220;mãe de Deus&#8221;? e desde quando uma expressão de uma mentira religiosa precisa ser usada para defender uma verdade &#8211; no caso, a verdade de que Jesus foi/é o Cristo desde a sua concepção?<br />
só se for desde que a sã doutrina foi impermeada pelos ventos heréticos do Ecumenismo!!<br />
bom&#8230; só me resta redobrar a minha atenção ao repassar informações pertinentes à Palavra de Deus, pois como sempre soube, ela é -infelizmente!, usada não só para se pregar a revelação divina da verdade como também os dogmas baseados na mentira dos homens e de suas religiões.<br />
a expressão &#8220;mãe de Deus&#8221; é uma das coisas mais néscias/falsas/mentirosas/irreais, enganadoras para com os homens e ingloriosas para com Deus que há no meio religioso cristão &#8211; aliás, já herdada de outras heresias mais antigas através do sincretismo pagão da igreja (ecumênica, por sinal!) autora e propagandista sua.<br />
estarei mais atento da próxima vez para não ser mais um a difundir enganos!<br />
ao menos o restante do artigo se salva&#8230;<br />
<a href="mailto:geekyle@gmail.com">geekyle@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Felipe Gomes</title>
		<link>http://blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html/comment-page-1#comment-240</link>
		<dc:creator>Felipe Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 13:53:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=55#comment-240</guid>
		<description>Amados do Senhor,

Ao lêr essas perguntas e suas respostas cantei em minha alma como Maria: &quot;A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador&quot;. Lucas 1.46,47.

Graças a Deus que nos têm dado pastores que nos apascentem com satisfatório conhecimento das Sagradas Escrituras.

&quot;Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência&quot;. Jeremias 3.15.

O SENHOR mata a fome das nossas almas com tais doutrinas.

Que Cristo seja sempre o centro!

Felipe Gomes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amados do Senhor,</p>
<p>Ao lêr essas perguntas e suas respostas cantei em minha alma como Maria: &#8220;A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador&#8221;. Lucas 1.46,47.</p>
<p>Graças a Deus que nos têm dado pastores que nos apascentem com satisfatório conhecimento das Sagradas Escrituras.</p>
<p>&#8220;Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência&#8221;. Jeremias 3.15.</p>
<p>O SENHOR mata a fome das nossas almas com tais doutrinas.</p>
<p>Que Cristo seja sempre o centro!</p>
<p>Felipe Gomes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
