Carta enviada à Revista Ultimato em referência ao texto “Deus – Pai ou Mãe?”
Conquanto a revista Ultimato tenha um lugar de importância entre os periódicos evangélicos publicados no Brasil, alguns de seus autores têm difundido repetidas vezes opiniões que vão além do que nos é revelado nas Escrituras e em oposição à tradição evangélica. Em sua edição 318, de maio-junho de 2009, esta revista publicou o texto “Deus – Pai ou Mãe?“, escrito por Bráulia Ribeiro. Em 9 de junho de 2009 escrevi uma carta para a revista sobre este texto. Somente em 26 de agosto de 2009 recebi um tipo de resposta-padrão da editora: “Recebemos seu comentário, ele é sempre bem-vindo. Por uma questão de espaço nem toda correspondência que recebemos é publicada. Suas críticas, sugestões e/ou observações serão encaminhadas ao diretor-redator e articulistas para que eles tomem conhecimento”.
Abaixo, posto minha correspondência para a revista, ligeiramente revisada e editada.
Prezados irmãos,
Preciso confessar que já há algum tempo ando desencantado com a revista Ultimato. Quando servi na equipe pastoral da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, entre 2000-2007, minha esposa cuidou da livraria daquela comunidade. Fazíamos questão de promover a revista Ultimato, inclusive por meio de assinaturas, mesmo discordando de um ou outro texto – especialmente os de Ricardo Gondim e, algumas vezes, os de Robinson Cavalcanti e Paul Freston. Aliás, antes disso até, minha esposa já divulgava a Ultimato através de uma assinatura coletiva que mantinha com seus colegas de trabalho.
Hoje sirvo na equipe pastoral de uma igreja batista em São Paulo, e não tenho mais como indicar a revista como referência para os membros desta igreja. O último escrito da Bráulia é um exemplo do que quero dizer. O texto intitulado “Deus – Pai ou Mãe?” é generalista, grosseiro e pagão.
Por exemplo, ela escreve a partir de sua experiência pessoal: “Minha experiência não é diferente do que é vivenciado pela maioria da população brasileira e do mundo. Mãe pra nós é igual amor caloroso, quente, cheiroso, vivo. Pai já é mais complicado. Pra muitos, infelizmente, pai significa abuso, violência, abandono, dor”. Bom, me permita compartilhar minha experiência. Eu sou pai de uma filha; ela tem oito anos. Não só a compreensão que tenho do que a Bíblia ensina sobre Deus o Pai, mas o que ela ensina sobre a paternidade me ajuda a agir para ser um pai de verdade para ela; duvido que a minha filha (inteligente e perceptiva que só) concorde com o que a Bráulia escreveu. E minha experiência como filho de igual forma não me permite concordar. Aliás, preciso notar que a autora consegue saltar de sua experiência pessoal para uma generalização infundada. Se ela supõe falar em nome de “muitos”, ela tem que provar seu argumento. Ela precisa mostrar quem são a “maioria da população brasileira e do mundo” que concorda com ela. Ou, se não, que ela restrinja-se a falar somente a partir de sua experiência pessoal, e pare de se esconder atrás de supostos “muitos”. Por outro lado, muito irônica a reportagem do Fantástico no domingo retrasado (24 de maio de 2009); uma mãe oferecendo sua filha para um “programa sexual” por… quatro garrafas de cerveja. E, depois, querendo vender sua filha por míseros R$ 500,00. Puxa! Isto é que é “amor caloroso, quente, cheiroso, vivo”! Segundo o Jornal Nacional, essa mãe foi presa na terça-feira passada (2 de junho de 2009). Mas esse é apenas um dos milhares de exemplos negativos em nosso país, em que há fartos exemplos de mães abandonando seus filhos ainda recém-nascidos. Menos generalidades superficiais, por favor. Em vez de fazer uma caricatura da paternidade, contrapondo-a superficialmente à suposta “perfeição” da maternidade (como se o pecado não desfigurasse igualmente maternidade e paternidade), ela faria muito melhor se mostrasse o que vem a ser a verdadeira paternidade e maternidade à luz da Bíblia. Não será ridicularizando ou rebaixando a paternidade que ela ajudará os homens a serem homens de verdade e verdadeiros maridos e pais.
Mais adiante, Bráulia escreveu: “Na América Latina, o continente onde o pai veio de longe e ao nos estuprar nos concebeu bastardos, vivemos no vazio da imagem masculina do amor. O pai se foi, e dói em nossa alma órfã”. Presumo que ela fale aí dos estrangeiros que vieram prá cá, para povoar e trabalhar nesta terra, em meio a grande sacrifício, fugindo da fome e da guerra no Velho Mundo e no Japão. Como muitos brasileiros, meu pai era português. O único membro da família que se converteu ao evangelho. Literalmente, morreu de tanto trabalhar (e ainda estudava num seminário teológico à noite, pois almejava servir no ministério pastoral) para dar uma vida digna para sua família. Exemplo de retidão e paixão pelo evangelho. Mais uma vez, Bráulia só pode falar por ela. Generalizações são toscas.
No fim, o pior. Ela terminou o texto orando com um ímpeto típico daqueles influenciados pela teologia feminista: “Pai-Mãe nosso celestial, acima do gênero e falhos modelos humanos, tenha piedade de nós, nos ajude a conhecer o verdadeiro amor…” Tomo a liberdade de citar, abaixo, o que escrevi com meu colega Alan Myatt na Teologia Sistemática que Edições Vida Nova publicou em 2007 (páginas 248-249). Respondemos ao uso indevido de imagens femininas para caracterizar Deus – prática bastante comum entre os pagãos do Antigo Testamento, que atribuíam sexualidade à divindade, como Baal e Astarote. Ao ir além da linguagem bíblica inspirada, que, no que se refere a Deus, é analógica – como ensinou João Calvino há muito tempo atrás, é a linguagem da acomodação da misericórdia divina –, Bráulia se colocou ao lado dos que abraçaram a teologia liberal e das feministas pagãs de nossa era. Se ela não se limitar agora à linguagem bíblica, não será um suposto “bom senso” que irá impedi-la de, em pouco tempo, tratar a deidade por… “Deus/a” ou, pior, “deusa”.

Lamento muito que a Ultimato promova este tipo de texto em suas páginas. Como disse, não foi o primeiro texto publicado na revista a gerar forte desconforto em mim. Por isto, reitero: por amor aos membros da igreja em que sirvo, não posso mais promover de boa fé a revista entre eles. Textos como este, longe de edificar, semeiam a contenda, a confusão e, no fim, uma representação pagã do Deus da Bíblia – majestoso, transcendente, cheio de glória, e que oferece o seu único Filho, em quem ele tem todo o prazer, para morrer por pecadores. Não preciso ir além da linguagem da Bíblia para, diante da revelação e beleza do evangelho, afirmar com as Escrituras que Deus Pai é amor, e sabemos disto, pois ele ofereceu seu único Filho como propiciação pelos nossos pecados, e este amor experimentamos em toda a sua exuberância por o Espírito Santo ter sido derramado sobre nós.
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Ao responder às feministas, notamos que tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento usam o gênero masculino quando se referem a Deus. Uma dessas analogias é a analogia paterna.1 Isto seria um indício de que Deus é do gênero masculino? Alister McGrath escreve:
| Falar em Deus como pai é dizer que o papel do pai no antigo Israel permite compreendermos melhor a natureza de Deus. Isso não significa dizer que Deus seja do gênero masculino. Nem a sexualidade masculina, nem a sexualidade feminina devem ser atribuídas a Deus. Pois a sexualidade é um atributo que pertence à ordem da criação, sendo inadmissível aceitar uma correspondência direta entre esse tipo de polaridade (homem/mulher), conforme se observa na criação, e o Deus criador. | |
| Na verdade, o Antigo Testamento evita atribuir funções sexuais a Deus, devido à ocorrência de fortes traços pagãos nesses tipos de associações. Os cultos à fertilidade dos cananeus davam ênfase às funções sexuais tanto dos deuses quanto das deusas; portanto, o Antigo Testamento recusa-se a endossar a idéia de que o gênero ou a sexualidade de Deus seja uma questão importante. |
Então, para McGrath, qualquer tentativa de atribuir sexualidade a Deus representa uma volta ao paganismo. Ele continua: “Não há a menor necessidade de trazer de volta as idéias pagãs dos deuses e deusas para resgatar a noção de que Deus não é nem masculino nem feminino; essas idéias já estão potencialmente presentes, se não forem negligenciadas, na teologia cristã”.2
Na verdade, existem imagens maternais de Deus na Escritura. Deus é revelado como uma mãe pássaro (Rt 2.12; Sl 17.8; Mt. 23.37), uma mãe ursa que luta para proteger seus ursinhos (Os 13.8) e como uma mãe que consola seus filhos (Is 66.13). A presença de imagens paternais e maternais é evidência que apóia a conclusão de McGrath. Deus transcende as categorias do gênero humano. Não obstante, em lugar nenhum a Bíblia chama Deus de “mãe”. Portanto o título “mãe” não deve ser próprio para se falar da pessoa de Deus. Podemos reconhecer a plenitude da riqueza das imagens bíblicas de Deus, sem ir além da linguagem que a própria Bíblia emprega ao descrevê-lo.
1 – Cf. o capítulo 2, onde analisamos a natureza analógica da linguagem teológica.
2 – Teologia sistemática, histórica e filosófica, p. 315-316. Vale a pena ler toda a argumentação de McGrath nesta obra, com especial atenção para a citação final, da mística medieval Juliana de Norwich.
43 Comentários para “Carta enviada à Revista Ultimato em referência ao texto “Deus – Pai ou Mãe?””
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Também ando negativamente surpreso com tanta adesão ao neoliberalismo por parte de colunistas da Ultimato.. Essa nova tendência, na minha opinião, é mais infernal que a Teologia da Prosperidade, aonde estive preso por 6 anos da minha vida..
A revista Ultimato tem se tornado uma plataforma para uma forma híbrida, meio esquisita, de neo-cristianismo-emergente-pós-moderno, que mistura tendências (para ser sutil) esquerdistas e marxistas, com uma forma emergente de pietismo e moralismo politicamente correto – em que verdades da Palavra não são, necessáriamente, a base para a união e fraternidade cristãs. Sei lá, uma espécie de anacoluto evangelical. Não é de admirar que certas personagens do neo-cristianismo-emergente-pós-moderno só encontrem plataforma nessa revista – ou na CH, de Brasília – a qual, aliás, deve competir com essa pelo título de diatribe traquina.
Uma revista que vem saindo do armário, e revelando sua heterodoxia.
A paz
Tales
Triste. Triste. Hoje em dia não temos uma única revista – jornalística e de atualides – evangélica que seja conservadora, no Brasil. Nem umazinha. A sanha por relevância acaba tornando esse pessoal…ahnnn…irrelevante – isso quando de irrelevante não vão a prejudiciais. O pior é que se fazem de desentendidos, quando criticados. Falta só uma aereóla nesse pessoal…mas, no fundo…aff. —- D. José, São Paulo.
Franklin,
do meu ponto de vista, o valor de sua “carta aberta” está justamente na motivação: explicar por que você não recomenda mais a revista. Nesse sentido, o “silêncio” da Ultimato é muito oportuno. Evita a polemização, a tendência a debate bem impróprio e prenhe de possibilidades de mal-entendidos por parte dos leitores, como temos visto ocorrer em tantos ambientes.
Você leu, não gostou e, dada sua conduta anterior, isso exigia uma mudança que, por sua vez, precisava ser explicada.
A Ultimato, se não tomar jeito, tende a vender cada vez mais. Se tomar jeito, vai ficar pregando no deserto até desaparecer, porque não há público suficiente para sustentá-la entre os que consideram a Palavra de Deus mais preciosa que as opiniões de articulistas antenados com o momento histórico. Há quem busque o Reino de Deus, há quem busque apenas maior tiragem.
Como disse João, o apóstolo: “quem está sujo, suje-se ainda…”. É a vida… e é a morte, também, de coisas e pessoas diferentes. Graças a Deus.
Abraços.
Alberto Costa
Parabéns Franklin, e obrigado pelo texto.
O recomendarei aos meus irmãos e irmãs na fé da congregação que pastoreio em Araraquara.
Que o Senhor continue o usando com coragem, honestidade, acuidade, e amor pela verdade para nos abrir os olhos para tais erros.
Abraços!
Wilson Porte Jr.
Caro Pr Franklin,
Seu desconforto com a ULTIMATO é compreensível e sua
carta é extremamente oportuna! Parabéns!
Abs,
Rev Dr Leonardo Sahium
Excelente reflexão, parabéns.
Franklin,
Posso republicar o seu post no meu blog, com um link para cá?
Graça e paz do Senhor,
Helder Nozima
Barro nas mãos do Oleiro
Olá Helder,
Fique à vontade para usar este post. Obrigado e um abraço. Franklin
Como sua esposa fazia, senhor autor, eu também promovia a ULTIMATO na minha igreja; Porém, depois de artigos dos seus colunistas – como Gondim, por exemplo – abandonei-a, para evitar prejuízo financeiro com a assinatura, prejuízo do tempo, lendo-a e prejuízo para a minha fé, por causa dos seus artigos sem mais juízo. No início reclamei muito, mas eles sempre fizeram ouvidos de mercador. Então, que amarguem o abandono dos seus leitores.
Tosquíssimo o texto da Sra. Bráulia. Lamentável que tenha sido publicado por uma revista que pretende falar aos evangélicos. Como disse o Alberto, enquanto a produção de conteúdo dito evangélico buscar agradar a todos, haverá de se distanciar dAquele que disse que seus servos enfrentariam dificuldades, perseguição e oposição, por conta de sua fé.
Essa revista já foi boa. Puxa: Se a luz que há em ti se tornar em trevas, que grandes trevas serão…
Esaú – MG.
Rev. Franklin,
A Bráulia Ribeiro “está na ativa” já faz um bom tempo. Ela sempre dissemina o seu veneno heterodoxo, feminista e blasfemo. Não lembro exatamente em que edição e qual o título do artigo escrito por ela, mas lembro que nele a autora utilizava uma linguagem por demais sensual para se referir a Jesus. Lamentável!
Gostaria de, com sua permissão, publicar este post no meu blog.
Que Deus muito o abençoe!
Oi Alan,
Fique a vontade para usar este texto em seu blog. Peço apenas colocar o link.
Abs
Franklin
Pr. Franklin, saudades de você meu caro irmão.
Também tenho notado esse "desvio" na linha da revista.
Muito oportuno seu comentário, se os editores não respondem, espero que pelo menos pensem um pouco no assunto.
Abraços
Paulo Reiss Junior
Franklin:
Nutro uma antiga simpatia pela revista Ultimato e, principalmente, pelo seu diretor, mas infelizmente tenho de reconhecer que seu arrazoado é consistente e suas apreensões procedentes.
Sebastião Guimarães
Olá Franklin
Gostei do texto, muito próprio para a ocasião. Não é de hoje que Ultimato vem disseminando o erro mascarado de "imprensa evangélica destinada a evangelização e edificação, sem cor denominacional". Que é a Ultimato é "sem cor" eu concordo plenamente, se bem que ela tem uma "quedinha" pro vermelho. Que é "evangélica", não há quem me faça crer. Que é "destinada a evangelização e edificação" – há controvérsia! Já fui assinante, hoje não mais. Não aguento o palavrório feminista da Braulia e nem a "abertura" do Gondim, para não falar nada dos textos do Freston. Pena que não temos uma revista com "cor evangélica" que realmente seja destinada a evangelização e edificação. Contudo, sou grato ao Senhor pela sua vida e a de outros que tem coragem de se posicionar e batalhar em favor da fé que uma vez foi entregue aos santos.
Pr.Silas Roberto Nogueira
Franklin,
Já faz um bocado de tempo que não leio e desrecomendo a Ultimato. Infelizmente, a coisa parece estar piorando, o que é uma pena, pois eu até colecionava a revista.
Quanto a Bráulia, ela tem disseminado algumas sandices a bom tempo. E com o espaço que a Ultimato lhe dá, continuará a fazê-lo, com o Gondim faz.
Vou publicar uma chamada no Cinco Solas para este texto.
Em Cristo,
Clóvis
Olá Franklin. Concordo com você. As posturas defendidas pela revista ultimato são heterodoxas, para não dizer esquisitas. Já não indico os livros da editora ultimato para ninguem. Com poucas exceções, talvez do inicio do projeto editorial, os ultimos lançamentos trazem conceitos teologicos hereticos. Por exemplo, um livro deles sobre a literatura apocaliptica defende argumentos liberais, como a descrença na profecia de Daniel. Outros textos como o do Elienai Cabral Jr., companheiro nas heresias do Ricardo Gondim, demonstram que a linha editorial deles não comporta o compromisso com a fé cristã histórica.
Um abraço
Rev. Franklin,
Post publicado! Também disponibilizei o link do Blog Fiel!
Um grande abraço!
Franklin,
Infelizmente, nós, cristãos bíblicos, somos tardios demais em perceber os desvios, e de alguma maneira esperamos que eles se dissipem por si só.
Acreditamos em homens que no passado fingiram-se em seguidores de Cristo, e que hoje mostram a sua verdadeira face, o rosto desfigurado da incredulidade, da apostasia, da heterodoxia, da mentira deslavada, revelando a quem servem realmente… acreditamos que é possível esperar uma mudança quando estão cada vez mais obstinados em suas rebeldias. Como está escrito, são homens amantes de si mesmos, "Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade" (2Tm 3.7).
Um periódico que tem como articulistas liberais, marxistas e existencialistas de carteirinha, do que se pode esperar?
Elas não estão lá desde ontem, ou apenas por alguns dias, mas anos a fio, iludindo, corrompendo, e proclamando o antievangelho. Apenas não entendo porque não vemos os sinais claros das heresias, confiando que homens aparentemente piedosos, mas que negam a eficácia dela, voltem ao Evangelho, enquanto trilham o caminho oposto: o desprezo a Deus e das Escrituras.
Falta-nos prudência e amor incondicional a Cristo e Sua palavra. Ao menos, devemos ser mais rápidos em perceber a mentira e o embuste.
Mas como diz o ditado: antes tarde do que nunca!
Cristo o abençoe!
Abraço.
PS: Autoriza-me a publicar a carta em um dos meus blogs? Com os devidos créditos e link direto para esta postagem.
Caro pastor Franklin. Ultimato é uma das boas revistas do nosso país.Mas, os textos da articulista Braulia Ribeiro vez por outra assassinam a teologia. Ela quando escreve conceitos teólogicos sempre tropeça e coloca o que não deveria. Não é aprimeira vez que vejo este tipo de erro em seus escritos. E o que me dói é que esta senhora é presidente de uma agencia missionária, e missionária entre os indigenas, o que ela tem ensinado a estes pobres? Mas, tenha certeza, ao chegar aos seus ouvidos estes comentarios serão tratados como de gente retrograda, e fundamentalista. Mas, em ultimato não é só ela que de vez em quando faz este tipo de coisa. Parece que não há muita importancia lá com respeito a Teologia Protestante, tendo-se em conta que escritores Católicos Romanos deitam e rolam em suas paginas. Mandei uma carta tb por causa de umas afirmações de Robinson Cavalcanti na ultima edição, recebi a resposta que o senhor recebeu, vamos ver se publicam. Deus o abençoe e parabens pela atitude e pelo blog.
Joelson Gomes
http://gracaplena.blogspot.com
Tudo que o marxismo toca é imediatamente contaminado.
É bastante triste como o fundamentalista manipula textos de vários autores, retirando-os do contexto, a fim de abalizar suas teorias reacionárias. A própria forma como a Bíblia Sagrada, palavra de Deus, é interpretada por este tipo de pessoa, é exemplo claro desta crassa manipulação.
O autor deste blog, visando denegrir a imagem da revista “Ultimato” e da articulista Bráulia Ribeiro, usa trechos do brilhante teólogo anglicano irlandês Alister MacGrath para contestar o uso do termo materno referende a Deus feito pela autora.
Sabemos que Deus não é macho ou fêmea. Tais características sexuais são atribuídas às criaturas. Desta forma, considerar Deus homem ou mulher é um terrível equivoco. O que MacGrath contesta, não é o uso de termos maternais a respeito de Deus, mas a identificação de Deus, por determinadas feministas radicais, com o sexo feminino. O teólogo irlandês, diga-se de passagem, também se levanta contra o conceito patriarcal de considerar Deus como homem.
No entanto, ele é bem claro em seu livro “ Teologia- Sistemática, Histórica e Filosófica”, que o uso do gênero masculino atribuído a Deus reflete o contexto do Israel da época, não sendo, porém, normativo para todas as épocas. Desta forma, não há nenhum problema em se referir a Deus como “mãe “.
Vejamos o que nos diz o próprio MacGrath, tão mal utilizado pelo autor deste post;
“No capitulo anterior, observamos a natureza analógica da linguagem teológica, pela qual as pessoas e os papeis sociais, retirados em grande parte do mundo rural do antigo Oriente Próximo, eram vistos como modelos adequados para representar a atividade ou a personalidade divina. Uma destas analogias é a analogia paterna. Contudo, afirmar que a figura do pai na antiga sociedade israelita é um bom modelo para representar Deus não equivale a dizer que Deus pertença ao gênero masculino ou QUE DEUS ESTEJA LIMITADO AOS PARÂMETROS CULTURAIS DO ANTIGO POVO DE ISRAEL”.
Ou;
“O novo interesse pelas questões levantadas acerca da masculinidade da maioria das imagens bíblicas de Deus levou a leitura cuidadosa da literatura espiritual dos primeiros períodos da história cristã, chegando-se à conclusão de que, nesse período, O USO DE IMAGENS FEMININAS DESFRUTAVA DE ALTO PRESTÍGIO. Um excelente exemplo disso é fornecido pela obra Revelations of divine Love, um relato sobre as dezesseis visões que o célebre escritor inglês Julian de Norwich teve em maio de 1373. Essas visões são célebres por sua tendência de referir-se tanto a Deus quanto a Jesus de um modo acentualmente maternal.
Fontes : MacGrath : Páginas 315 e 317.
Assim, fica claro que não há nenhum problema em se referir a Deus como mãe
Fundamentalistas, muitas vezes, não compreendem o óbvio em um texto.
André
Oi André,
Pior que ser fundamentalista (que, acho, não é o meu caso), é padecer de analfabetismo funcional.
Dá certa preguiça em responder ao que vc escreveu. Não há nenhuma discrepância no que eu escrevi, e aquilo que McGrath está afirmando em sua obra. Se vc estivesse mais interessado em acompanhar meu argumento do que em tão apressadamente defender Bráulia e a revista Ultimato, talvez vc percebesse que tudo o que vc citou de McGrath em seu comentário está presente em meu texto: a natureza analógica da linguagem sobre Deus, os limites desta mesma linguagem, a acomodação divina (um tema recorrente nas obras de McGrath, que sempre paga seu débito a Calvino), a necessidade de enfatizar os múltiplos aspectos da revelação de Deus sobre si mesmo (tristemente, vc passou por alto as citações dos textos bíblicos sobre os aspectos maternais do ser de Deus acima) e até mesmo meu endosso à citação de Juliana de Norwich!
No que nos afastamos? Em seu infeliz non sequitur: “Assim, fica claro que não há nenhum problema em se referir a Deus como mãe”. Se isto é verdade, por que não há nesta mesma obra de McGrath que citamos uma explícita defesa deste ponto? Ou, por que, ao comentar o Credo dos Apóstolos, McGrath não se refere logo a Deus como mãe, seja na citação do credo (I believe in God, the Father almighty) ou mesmo no título da seção do capítulo sobre Deus, God as Father? Veja a discussão dele em Theology: The Basics, p. 22-26, que segue, basicamente, a discussão presente na obra que citamos, em que, seguindo a Bíblia, ele destaca as imagens maternas de Deus, mas sem abandonar a linguagem bíblica sobre a deidade. A falácia lógica fica por sua conta.
Minha crítica ao texto de Bráulia não se dá apenas por conta da mudança da linguagem sobre Deus, mas refere-se também à caricatura e ao reducionismo sobre a paternidade presente no mesmo – e isto vc não respondeu.
Mas, no fim, o que conta não é o que McGrath ou mesmo o que eu penso. Somos todos vasos de barro. O que conta (pelo menos para mim, que sou evangélico) é a autoridade da Escritura, até mesmo nesta questão: “Podemos reconhecer a plenitude da riqueza das imagens bíblicas de Deus, sem ir além da linguagem que a própria Bíblia emprega ao descrevê-lo.” Se somos cristãos, onde a Escritura fala, falamos. Onde ela cala, calamos. E meu desafio permanece: “Se ela não se limitar agora à linguagem bíblica, não será um suposto ‘bom senso’ que irá impedi-la de, em pouco tempo, tratar a deidade por… ‘Deus/a’ ou, pior, ‘deusa’.”
Caro Pr. Franklin.
É realmente lamentável que posições teológicas tão danosas venham sendo cada vez mais comunicadas por esta revista. Ainda é bem proveitosa a participação na Ultimato do Pr. Alderi Souza de Matos. Mas a revista como um todo tem namorado perigosamente com o marxismo-neopagão.
Fico grato Deus por irmãos como sr. que preparado apontar com precisão, coerência e firmeza esses desastrosos desvios, que deveriam causar horror a todo crente em Jesus.
Sem fazer propaganda, mas existe revista boa sim, e fundamentalista: "A Chamada da meia-noite": http://www.chamada.com.br
Caro Pr Franklin.
Não é de hoje que a Bráulia escreve o que lhe vem a cabeça e na mesma revista. Em uma publicação anterior, não me lembro a data, ela escreveu sobre a eleição/soberania de Deus, comparando com o filme Matrix. Tmabém escrevi para a revista, que não publicou, depois recebi, no e-mail, uma especie de carta circular com uma explicação da própria Bráulia. Não recomendo a leitura de Ultimato. abaixo o link com o texto:
http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=572&secMestre=628&sec=643&num_edicao=284&palavra=arbitrio
Cleber Leite/Teresina/PI
É por essas e outras que não renovei a assinatura e, há muito, não a recomendo a ninguém.
Caro Franklin, sua análise sobre o texto da Bráulia é correta. É triste ter que reconhecer isso. Lamento que a diretora da JOCUM esteja prestando o terrível desserviço de propagar artigos evidentemente estranhos à fé cristã e eivados de elementos do paganismo.
Caro Franklin,
) e apologético, pois o nosso mundo cristão está sendo consumido de um lado por um neopentecostalismo mistico, e de outro lado, por um neoliberalismo pseudointelectual (refiro me a textos de Gondim, Braulia etc.
eu pessoalmente assinei a Ultimato por um ano e fiquei muito decepcionado com a qualidade da revista (pensei que tinha assinado uma revista de visão reformada com cunho social, mas acabei encontrando apenas uma visão confusa e deformada).
Meu coração é aberto a diversos segmentos teologicos, mas é insuportável apoiar posições pagãs como da Braulia e do Gondim (de cuja igreja acabei me desligando devido a desvios doutrinários graves).
Fico admirado que a Ultimato não tenha publicado a sua carta. Afinal das contas não é sempre que um teólogo de renome nacional comente um texto…
Fico feliz pelo seu trabalho teologico (não vou sempre concordar contigo
Ambas correntes sem Cristo e sem soteriologia biblica no seu centro.
Por isto minha apreciação pelos irmãos reformados na FIEL e parabéns pelas excelentes publicações dos últimos anos!
Tambêm tenho tido oportunidade de ouvir-te pessoalmente na IBNU Sao Paulo e foi muito edificante.
Um grande abraço,
Irmão Matias
P.S. adquiri o sets de DVDs do Carson e do Dever gravados no último congresso FIEL. Que benção!
Prezados irmãos,
Desde ano passado Bráulia não tem exercido nenhum tipo de liderança em JOCUM Porto Velho e nem em JOCUM Brasil. Estou suprimindo do texto estas referências.
De qualquer forma, acho importante salientar: quando na Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, conheci vários missionários da JOCUM que serviam no Borel. E ao pastorear a Primeira Igreja Batista do Cosme Velho, esta cedia espaço para o funcionamento de uma ONG dirigida por um casal de missionários da JOCUM. Todos estes eram crentes sérios, devotos, e gente profundamente comprometida com o trabalho de evangelizar e minorar o sofrimento daqueles ao seu redor – e para mim foi uma honra conhecê-los e servir com eles.
Oi Matias,
Por favor, quando no IBNU, me procure, para nos conhecermos pessoalmente.
Os antigos diziam: “Em coisas essenciais, unidade; nas não-essenciais, liberdade; em todas as coisas, caridade”.
Não vemos, muitas vezes (especialmente entre os cristãos históricos), tolerância com questões não-essenciais; o que me espanta é que por outro lado não há mais preocupação (na igreja como um todo) com as questões essenciais: revelação, Deus, cruz, pecado, salvação, o último dia. Se vc concorda comigo nestas questões, podemos discordar no que é não-essencial e andarmos juntos em unidade, que glorifica a Deus.
Assista com muita atenção (e de preferência em solitude e sem permitir interrupções) o sermão de D.A. Carson sobre Gálatas 2.11-20. Acho que foi um dos sermões mais impressionantes que já ouvi na vida – e tem tudo a ver com o que estamos tratando aqui.
Atenção especial às palavras finais de Carson na exposição: "que me amou e a si mesmo se entregou por mim". O evangelho é o que de mais belo há!
Oi Cleber,
Obrigado pela lembrança; este texto é de 2003, e tão logo foi publicado gerou uma grande controvérsia, que envolveu amigos como Luiz Sayão, Carlos Osvaldo Pinto, Augustus Nicodemus e Norma Braga. Eu também escrevi uma carta sobre isto para a Ultimato, mas na época eu pedi para não publicá-la, pois achei que este texto era só um acidente de percurso… na época, eu terminei assim a carta: "Escrevo pela admiração e respeito que tenho pelo ministério de vocês."
De qualquer forma, o que foi engraçado (e revelador) na carta circular, que também recebi, é que ela afirmou que aprendeu o que ensinou sobre 'teologia relacional' de Ricardo Gondim – numa época em que este afirmava de forma bem contundente que não tinha nada a ver com tal ensino.
Deus nos guarde e nos preserve.
Paz e graça Pr. Franklim,
que satisfação foi conhecê-lo no 12o. Encontro da Consciência Cristã em Campina Grande-PB.
a sra. Braulia foi infeliz em generalizar suas idéias teológicas desastrosas e desconstrutivas, não é a primeira vez que ela vem disseminando entre o meio "gospel" visões anti-bíblicas.
Que Deus continue a usá-lo em temor e sabedoria para proclamar as verdades da Palavra que purifica e transforma a mente do homem.
Deus abençoe tu e tua linda família.
Olá Franklin,
Meu nome é Moisés Pena e estou alegre em poder esta carta de repúdio. Que Deus te abençoe e sempre.
À propósito, li seu livro "Gigantes da fé" e seus comentários edificarm muito a minha vida. Especialmente sobre a vida de Dr. M. Loyd-Jones. Fiquei profundamente tocado pelo Espírito ao ler sobre a vida dele. Quero beber da mesma fonte que nossos pais beberam.
Sempre recomendo seu livro a todos quantos desejam aprender mais de Deus. Estou seguindo seu blog.
Paz,
Fala brother, Muito coeso seu desconforto e indignação com a ULTIMATO, por causa de matérias como essas q criamos tantos sofismas difícieis de serem quebrados, e q fazem tanto mal a alma e a vida espiritual das pessoas…Pessoas como essa q tornam a sua experiência lei tendem a errar mto, sendo mais negativa do que positiva sobre as pessoas de sua área de influência, no caso pessoas de vários lugares através da revista…
Franklin!
Gostei muito do seu alerta sobre as publicações da revista Ultimato, principalmente esta útima sobre “Deus-Pai ou Mãe”, um tema que não edifica àqueles que lêem a revista para buscarem mais o nosso Deus através de publicações que acrescentem em suas vidas mais convicções sobre os planos e propósito do nosso Criador. Muitas vezes o leitor poderá absorver este tipo de leitura como verdade e formar erroneamente, em sua mente, um conceito deturpado de Deus. Esperamos que mesmo que os editores da revista nunca publiquem sua observação, eles tomem mais cuidado sobre o que irão publicar em suas próximas edições. Espero conversar com você pessoalmente na III conferência Razão pra Viver.
Um abraço
Pastor Edson Sobreira Alves
Igreja Batista regular maranata – Crato – Ce
Volto a comentar sobre o tema porque a nova edição da revista Ultimato repercutiu o nosso debate. Foi publicado um editorial defendendo a seriedade da revista e a defesa dos articulistas. Também foi publicado um artigo da Norma Braga.
Olá Pr.Franklin Ferreira!
Escrevi uma carta para a Ultimato,questionando educadamente a razão da não publicação de sua carta. A princípio els mandaram uma resposta padrão, mas depois, talvez pela insistência, enviaram a seguinte carta:
Caro Nilson,
É com prazer que respondo à sua carta. Embora cheia de perguntas e densa, percebemos também o seu carinho e o acompanhamento da revista de longa data.
Não temos a pretensão de esgotar o assunto, mas sempre fazemos questão de responder a cada leitor. Não é fácil. Na verdade, algumas vezes, falhamos e deixamos escapar uma ou outra carta. Outras, nosso silêncio quer apenas evitar o bate-boca. Algo que poderia ser um bom papo, pessoal, edificante, torna-se uma discussão etérea, um perde e ganha entre irmãos que não faz sentido. Por isso, minha resposta agora é pessoal e não um tratado ou uma mala-direta para vários leitores.
Vou enumerar algumas considerações sem a intenção de ter a palavra final ou ter algo a ensinar.
1. Não publicamos a carta (a primeira) do Franklin porque não a localizamos. Sim, uma falha grosseira. Acabo de enviar ao Franklin um pedido de desculpas. Tal carta nos foi enviada em julho do ano passado. Na verdade, respondemos imediatamente (secretária de redação) e, posteriormente deveríamos ter dado o tratamento especial que a carta exigia. Falhamos.
2. Em fevereiro, ao ler no blog da Editora Fiel, a “Carta Aberta ao Ultimato”, fomos surpreendidos. A surpresa se deve à nossa falha (em julho), ou seja, não lemos a primeira carta. E, pior, ela se perdeu.
3. Porque consideramos relevante a Carta Aberta publicada pelo Franklin (em fevereiro) e porque vários outros leitores têm preocupações semelhantes, resolvemos publicar (imediatamente) em março a nossa Carta Aberta (em anexo). Claro, ela não é uma resposta específica ao Franklin. Ao longo dos anos temos publicado aqui e ali algumas “respostas” às manifestações dos leitores. Sempre, com a preocupação de não provocarmos platéias “contra” e “a favor”.
4. Enviamos junto com a edição de março da revista Ultimato, uma carta pessoal e um pedido de desculpas ao Franklin.
5. Você tem razão: podemos discordar sem odiar. Mais: não queremos “integrar” a fé cristã e qualquer ideologia ateísta. Aliás, ser de direita ou de esquerda não nos torna (necessariamente) melhores cristãos.
6. Não. Não devemos “esquecer as confissões reformadas”. Terminamos nossa “Carta Aberta” exatamente reafirmando nossa identidade profundamente evangélica e reformada. Ao mesmo tempo, como diria Abraham Kuyper, temos um desafio: “Não há um único centímetro quadrado em todos os domínios da existência humana sobre o qual Cristo, que é soberano sobre tudo, não clame: é meu”. Bem, não é fácil “atender” ou “promover” esse clamor. Mas, estamos certos de que O Reino de Deus é maior do que a Igreja Católica, maior do que a Igreja Ortodoxa e maior do que a Igreja Protestante.
6. Não. A revista não é anti-americana. E, nem pró-americana. Não se trata disso. Um exemplo que pode ilustrar essa aparente contradição é a publicação do artigo Por Que Não Sou de Esquerda (pág. 37), na edição de março.
Enfim, a revista não é denominacional. Trabalhamos juntos com irmãos de diferentes grupos denominacionais e acreditamos que os embates, as lutas, as experiências pessoais diferentes, podem enriquecer a caminhada cristã. Claro, temos limites, oramos sobre tais limites, sobre servir fielmente e, ainda assim, cometemos erros. Nem sempre agradamos a todos os leitores e mesmo publicando uma carta longa como fizemos agora (edição de março), não vamos satisfazer o desejo de “sangue” de alguns deles.
Que Deus tenha misericórdia de nós. Quero contar com a sua compreensão e com as suas orações.
Um abraço,
Marcos Bontempo
Editor
Ainda não li e nova revista e não tenho a intenção de polemizar mais a questão, mas ele cumpriu tudo o que afirmou nessa carta sobre aquilo que diz respeito ao senhor?
Um grande abraço e que Deus nos oriente!!
A revista Ultimato nova trouxe um especial que com certeza foi resposta a este blog. Ali está publicada uma carta minha sobre um artigo infeliz de Robinson Cavalcabnti e no especial eles usam minhas palavras publicadas aqui:
“Parece que não há muita importancia lá com respeito a Teologia Protestante, tendo-se em conta que escritores Católicos Romanos deitam e rolam em suas paginas.”
Mas não responderam. Sim, a revista tem muita edição sobre Cristo, mas este fato não desculpa a manutenção de colunistas que não trazem a sã doutrina em seu rol.
Parabens pelo blog, ele já está dando frutos.
Joelson
O que as metáforas, alegorias com suas morfologias não produzem!!!
Será influência do livro A Cabana na vida da Braulia!!! (aqui é uma pergunta. meu tecla não…)
Será ausência de mentoria sobre ela!!!
Talvez uma soma de fatores assim.
Parei a bom tempo minhas leituras da ULTIMATO.
A cerca de um mês atrás (março 2010) assisti num domingo pela manhã (após o padre Marcelo realizar sua missa) umas entrevistas feitas pela Ana Maria Braga; tratando das cosmovisões de vários líderes religiosos.
Dentre esses estava o pastor Ricardo Gondim. Seu posicionamento foi o mesmo do pelagianismo ou no mínimo semipelagianismo e gnosticismo ao afirmar que “todo ser humano precisa de ser motivado para reacender das cinzas” As palavras entre “….” são minhas. Esses detalhes são relevantes.
Olá Franklim!Concordo totalmente com as suas opiniões a respeito da revista ultimato e esses textos esdrúxulos, principalmente os de dona Braúlia, que são verdadeiros lixos literários, que não são encontrados semelhanças nos piores pasquins. Afora isto, essa senhora destila seu ódio feminista contra os homens, de tal forma que pode-se até duvidar, se há alguma coisa boa no seu coração. Parece que a coitada é muito mal-amada.