10ª Conferência Fiel em Portugal (6 a 9 de setembro de 2010)
Edvanio Silva

Estimados irmãos,
É com imensa satisfação que o(a) convidamos para participar da 10ª Conferência Fiel em Portugal, que está agendada para os dias 6 a 9 de setembro de 2010 no Acampamento Baptista, em Água de Madeiros, Pataias, na conhecida região de Leiria.
Assim como acontece no Brasil há mais de 25 anos, a conferência Fiel em Portugal tem o propósito de promover a edificação da Igreja do Senhor, através de pregações e palestras – sempre contando com prelectores cujas vidas e ministérios testemunham sua relevância e serviço à causa do Reino. Também ofereceremos boa literatura a excelentes preços. Além disso, a conferência proporciona um ambiente de confraternização entre o povo de Deus de diferentes denominações e dias agradáveis, em um local aprazível, propício para descanso e lazer junto da família.
A conferência Fiel em Portugal já recebeu prelectores como Stuart Ollyott (UK), Augustus Nicodemus (Bra), Edgard Andrews (UK), Adauto Lourenço (Bra), Tom Ascol (EUA), Daniel Webber (UK), Franklin Ferreira (Bra), Phil Newton (EUA), entre outros.


Onde estamos como povo de Deus? Estamos no caminho certo? Como ter certeza?







RESSURGIR! TODA A DOÇURA E TODO O VIGOR DA FÉ SE RESUMEM nesta palavra. É a flor do Calvário, a flor da cruz. O tremendo horror daquele martírio tenebroso desabotoa neste sorriso, e a humanidade renasce todos os anos a esse raio de bondade, como a formosura da terra à alegria indizível da manhã, o prelúdio do sol, o grande benfeitor das coisas. O homem, cercado pela morte de todos os lados, não podia conceber este ideal de eternidade, se não fosse por uma réstia do seu mistério radiante, divinamente revelado às criaturas. Nossos sonhos não inventam: variam apenas os elementos da experiência, as formas da natureza. Tem a fantasia dos viventes apenas uma palheta: a das tintas, que o espetáculo do universo lhes imprime na retina. E no universo, tudo cai, tudo passa, tudo se esvai, tudo finda. Nesse desbotar, nesse perecer de tudo, não havia o matiz, de que se debuxou um dia, na consciência humana, o horizonte da ressurreição.
PARA OS QUE VIVEMOS A PREGAR À REPÚBLICA O CULTO DA JUSTIÇA como o supremo elemento preservativo do regímen, a história da paixão, que hoje se consuma, é como que a interferência do testemunho de Deus no nosso curso de educação constitucional. O quadro da ruína moral daquele mundo parece condensar-se no espetáculo da sua justiça, degenerada, invadida pela política, joguete da multidão, escrava de César. Por seis julgamentos passou Cristo, três às mãos dos judeus, três às dos romanos, e em nenhum teve um juiz. Aos olhos dos seus julgadores refulgiu sucessivamente a inocência divina, e nenhum ousou estender-lhe a proteção da toga. Não há tribunais, que bastem, para abrigar o direito, quando o dever se ausenta da consciência dos magistrados.

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